Cristina, Lea e Maria, as hostess

Hannover – 11h04 – Os estandes, coisa de 10 mil mais ou menos (o número exato, fico devendo), nos 27 pavilhões da feira, não podem ficar sozinhos um só momento. Isso explica porque, pelo menos os estrangeiros, acabam contratando “hostess”, ou atendentes, e que de preferência falem o idioma do dono do espaço. A medida abre caminho para a contratação de garotas que estejam na Alemanha estudando ou que aqui vivam de forma mais ou menos permanente.
      Tomemos o estande que abriga as delegações de Canoas e São Leopoldo. Ali foram contratadas Maria, Lea e Cristina. Todas com vínculos em Hannover, em cujas proximidades residem.
      Cristina, por exemplo, tem sobrenome Nissen. Aos 22 anos, já viveu em São Leopoldo, São Paulo e Estados Unidos, antes de vir para cá, onde estuda Ciências Sociais e Direito. Os pais são um alemão (engenheiro) e uma brasileira/gaúcha. Ah, ela (e as outras) recebe 525 Euros por cinco dias de trabalho. Nada mal, com certeza. Mesmo para os padrões alemães.



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