Imagina se a sessão não fosse “nobre”

A seu pedido, o vereador Vilmar Galvão, do PT, na sessão ordinária da Câmara da tarde de hoje, protagonizou uma “sessão nobre”. Nela, explicou, em cerca de 15 minutos, a viagem feita à Alemanha, entre 7 e 22 de abril, junto à missão santa-mariense que visitou a Feira de Hannover e a cidade de Gelsenkirchen.
      Como você deve estar cansado de saber acerca da turnée européia, que acompanhei com exclusividade para Santa Maria, e os detalhes são todos conhecidos, vou poupá-los do relato do parlamentar. Chamo a atenção, no entanto, para outro detalhe: a audiência não era total e, afinal, eles aprovaram a ida do colega e deveriam ter o dever de saber o que aconteceu por terras do Velho Mundo. Ou não?
      Louve-se, assim os que estavam no plenário para ouvir Galvão. Se desconsiderar-se o presidente Julio Brenner, no posto, ouviram integralmente o discurso os petistas Jorge Trindade, Loreni Maciel e Luiz Carlos Fort, os peemedebistas Magali Adriano e Tubias Calil, e o pepista Ovídio Mayer. João Carlos Maciel saiu no início e só voltou no finalzinho. E Isaías Romero assistiu boa parte, mas foi embora do plenário quando a ele adentrou o presidente do PDT de Santa Maria, Juici Passini.
      Não resisto à observação: a sessão era nobre e a presença não foi total. Agora, imagine se fosse, digamos, “plebéia”.



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