Observatório: a seção “Não custa lembrar”

Ufa! Enfim, é possível notar mudança. Há iniciativa
     
      Em 30 de março de 2002:
      “Depois do Camelódromo (a prefeitura estaria em tratativas, de novo, com os proprietários de um prédio histórico do centro, para alojar os camelôs), dos artesãos e dos ambulantes, agora o centro da cidade abrigaria também um “Grande Feirão Popular” – para venda de produtos coloniais. Seria num dia da semana. Vamos combinar que, passados 15 meses de governo, está difícil acreditar no projeto de revitalização do centro que previa a devolução do espaço a todos os cidadãos.”
     
      Hoje:
      Passados exatos 3 anos e 4 meses da nota ao lado (publicada com o título “Inacreditável”), percebe-se uma mudança. O prédio (do Independência) será comprado. E até comissão para tratar do tema foi nomeada, com a certeza de que funcionará (será?). E o melhor, ainda que com atraso de quase um mandato inteiro, taaalvez se possa crer na revitalização do centro. Só o que está “pegando” (como diria a gurizada) é o prazo anunciado pelo prefeito. Dois anos não é muito? Não. Se for cumprido.



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