O consenso é incerto, mas possível, no PDT de Santa Maria

Eduardo Barin Faccin, ex-coordenador do DCE da UFSM, também conhecido como Duda. Não se sabe exatamente qual sua representatividade interna (externa, convenhamos, é semi-nula), mas é ele o nome articulado para contrapor-se a uma posição que se supõe majoritária no PDT de Santa Maria, e que tenta unir-se em torno do professor, suplente de vereador, Selvino Cogo, apoiado por setores significativos do partido do falecido Doutor Leonel. O alvo é a convenção de outubro, que vai eleger os novos dirigentes.
      Entre os articuladores de Faccin estariam Ferdinando Fernandes e José Fernandes que, com um grupo razoável de pedetistas, não se disporiam a fechar com a atual direção partidária.
      Só numa coisa há consenso: a candidatura de Vicente Paulo Bisogno à Assembléia Legislativa. Para a Câmara dos Deputados, a situação já é diferente. Bisogno e o ex-vereador Marcelo Bisogno fecham dobradinha com o secretário estadual de Educação, José Fortunatti.
      Não é a mesma opinião, por exemplo, do único vereador da sigla, na cidade, Isaias Romero. A menos que tenha mudado de idéia, o que não é impossível, não faz dois meses declarou que, possivelmente, apoiaria Enio Bacci, para a Câmara dos Deputados. Romero, aliás, tem participado de um grupo, mais ou menos independente, que prega a “renovação” do PDT. E também pretende se inserir no pleito interno.
     
      COMENTÁRIO MEU: É evidente que, por mais respeitável que possa ser, e é, Faccin não conta com apoio suficiente para pleitear a presidência pedetista. A menos que seja ele o candidato de consenso. Alguém acredita? Eu não. Na verdade, o que se percebe, ou pelo menos parece, é que o grupo dos Fernandes pretende, mesmo, é manter ou ampliar um espaço na direção. Mas não a própria, exatamente. A conferir.



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