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Cada preso de Santa Maria custa R$ 650 por mês

Uma reportagem publicada neste final de semana, pelo jornal A Razão, assinada por Ranice Pedrazzi, mostra que cada detento internado no Presídio Regional de Santa Maria custa R$ 650 por mês. Mas também há um valor não dimensionado, que vem através do Conselho da Comunidade. Confira o texto:

”Quanto custa manter um preso no Regional

Controlando 12 casas prisionais, que incluem um albergue, o presídio regional e 10 presídios estaduais, distribuidos em diversas cidades da região, a 2ª Delegacia Regional Penitenciária, órgão ligado à Superintendência Regional de Presídios (Susepe) e com sede em Santa Maria, é responsável pela manutenção de mais de 1500 pessoas que estão cumprindo pena.

Segundo o delegado Mauro Getúlio Machado, titular da 2ª Delegacia, ainda que o número de apenados seja alto, a realidade do sistema prisional da região de Santa Maria é um pouco diferente, em comparação com outras regiões. A questão da lotação, segundo o delegado, está sob controle, uma vez que as instalações são suficientes para abrigar os apenados. O atendimento odontológico é realizado em um ambulatório com equipamentos de primeira geração. Os apenados contam com acompamento de saúde, feito por um médico que realiza um plantão semanal dentro das próprias instalações do Presídio Regional, e por um enfermeiro ligado da Susepe, além do suporte dado pela rede pública de saúde. Os presos também são acompanhados por uma psicóloga e por assistentes sociais. Tudo isso tem um objetivo, que é integrar os presos à sociedade ao final do cumprimento de suas penas, com condições de assumir um papel mais produtivo junto à comunidade. E tudo isso tem um custo.

Cerca de R$ 650,00 mensais é o valor gasto pelo poder público para manter um apenado no Presídio Regional de Santa Maria. O valor inclui os custos de manutenção da casa prisional, tais como consumo de água e luz, alimentação dos presos, salários dos funcionários (tanto administrativos quanto da segurança), material odontológico e medicamentos, material de limpeza e reparos, entre outros.

De acordo com o delegado Mauro Machado, o Conselho da Comunidade também faz um repasse de recursos, na forma de materiais odontológicos e medicamentos, que são utilizados nas demais casas prisionais, por um dentista que faz um trabalho itinerante em toda a região.”


SE DESEJAR ler a íntegra da reportagem, que contém vários outros dados, inclusive de outros presídios da região central do Estado, pode fazê-lo acessando a página do jornal na internet, no endereço www.arazao.com.br, ou na versão impressa, já nas bancas.

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