Região e Juventude do PMDB estão com Simon

É de todo improvável, como tenho destacado em todos os espaços que ocupo – especialmente neste, do qual sou editor -, que o senador Pedro Simon acabe candidato à Presidência da República. Especialmente porque seu partido, o PMDB, embora o maior do País, mostra, a cada movimento de seus militantes mais conhecidos nacionalmente, que não está de fato interessado na candidatura. Aliás, em qualquer candidatura. Prefere preservar – e trabalha por – interesses regionais.

Mas que não se diga que lhe falta apoio gaúcho. Notadamente da mídia (leia-se, os grandões, mas também os nem tanto) e, claro, da face estadual do PMDB. Aqui, o destaque é para a Juventude, que sustenta o nome de Simon desde o primeiro instante. Isto é, desde que, num lance que não se sabe ainda se foi de esperteza, inteligência ou apenas sobrevivência política, o senador gaúcho foi lançado pelo ex-pré-candidato Anthony Garotinho. E isso foi, recorde-se, nos estertores da pré-convenção nacional de 13 de maio passado, em que, supostamente, se “sepultou” a candidatura própria.

O mais recente movimento de seus mais notórios apoiadores internos se deu nesta segunda-feira, como você pode perceber no material que recebi e que repasso ao leitor-internauta:

”O atual Coordenador Regional do PMDB na região centro do estado Maicon di Giacomo, juntamente com Gabriel Souza, atual presidente da Juventude Estadual do PMDB, esteve reunido com o Senador Pedro Simon no início da semana. Na ocasião, foi externado o apoio à sua candidatura à Presidência da República, pelo PMDB. Segundo Di Giacomo, a base peemedebista demonstra forte posição na necessidade de o PMDB apresentar um projeto viável ao país, baseado no respeito à coisa pública e com políticas públicas que atendam as necessidades do povo brasileiro. Na visão do coordenador regional, o Senador Simon apresenta as qualificações necessárias para colocar-se como opção entre Alckmim e Lula.

Simon registrou que tem lutado para o PMDB ter seu candidato próprio há muito tempo, e que, se for necessário, seu nome estará a disposição para construir a unidade e uma grande aliança de centro-esquerda baseda na ética e no resgate de compromissos históricos, necessários para consolidar o Brasil como uma grande nação.”



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