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Tarifa de ônibus. E a briga continua. Quem acreditava que poderia ser diferente desta vez?

Foram dois dias de estudo, desde a reunião de quarta-feira, do Conselho Municipal de Transportes. Mas suficientes, no entendimento de Ricardo Rondinel, que apresentou nesta sexta-feira seu parecer sobre a proposta de aumento da tarifa urbana do transporte coletivo, feita pela Prefeitura Municipal.

Em vez do R$ 1,82 sugerido pelo Executivo, o representante da UFSM no CMT preferiu questionar e até pedir novas informações sobre a planilha apresentada pela administração. Nova reunião já está marcada para a próxima quarta-feira, mas nada indica para algum tipo de solução “pacífica” para o caso.

Leia mais a respeito, na reportagem publicada neste final de semana, pelo jornal A Razão:

”Relator do CMT apresenta análise sobre planilha
Empresas de transporte coletivo questionam a falta de critérios para emissão do parecer

Na manhã da última sexta-feira aconteceu mais uma reunião do Conselho Municipal de Transportes (CMT) para discutir o custo da tarifa do transporte coletivo. Mais uma vez, o relator do Conselho e professor de Economia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Ricardo Rondinel, fez uma análise sobre o estudo entregue pela Prefeitura que apresentou o valor de R$ 1,82 e que também regulamentou a fórmula do cálculo da tarifa.

O professor destacou alguns pontos que não estariam de acordo com o estudo e ainda solicitou ao Executivo mais informações, como por exemplo, um estudo sobre as linhas de ônibus existentes. Rondinel também declarou que o aumento concedido aos funcionários das empresas está acima da média nacional.

O Secretário de Trânsito, Transportes e Mobilidade Urbana, Genil Pavan, informou que o estudo sobre as linhas de ônibus já está em andamento e deve ser entregue ao conselho assim que for concluído. O Secretário também destacou que discorda de alguns itens questionados pelo relator, como o coeficiente de combustível e a compra e durabilidade dos pneus.

A análise do professor recebeu pedido de vistas por parte da Associação dos Transportadores Urbanos (ATU), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Diretório Central de Estudantes (DCE). Cada uma destas entidade deve apresentar relatório na próxima reunião do conselho, na próxima quinta, na Casa de Cultura.

Edmilson Gabardo, presidente da ATU questiona os critérios usados por Rondinel na avaliação realizada pela Prefeitura. “O critério dele é não ter critérios”, afirmou o empresário, destacando que no primeiro parecer sobre um estudo da Prefeitura emitido por Rondinel, o professor questionava a ausência de parâmetros do executivo para o cálculo da planilha. “Agora que os parâmetros existem, o professor Rondinel quer que sejam usados parâmetros do transporte coletivo de Porto Alegre”, destaca Gabardo.

A questão sobre o aumento da tarifa do transporte coletivo está em discussão há alguns meses. Para as empresas que detêm as concessões, a manutenção do valor atual (R$ 1,60) inviabiliza o transporte coletivo. Segundo Gabardo, alguns…”


SE DESEJAR ler a íntegra da reportagem, pode fazê-lo acessando a página do jornal na internet, no endereço www.arazao.com.br, ou na versão impressa, nas bancas desde as primeiras horas deste sábado.

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