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Piratini. Afinal, o PDT vai ou não se mandar do governo de Yeda Crusius? Aparentemente, não

Para começar, o partido do falecido Doutor Leonel, em votação aberta, “decidiu”, por 126 votos a 36, que passaria à oposição. Isso faz 10 dias. E foi menos de uma semana depois que o deputado federal do PDT, Enio Bacci, foi defenestrado da Secretaria de Segurança Pública, o cargo de maior visibilidade da administração estadual.

 

Já naquele instante se percebia ruído na comunicação interna do pedetismo gaúcho. Pelo menos dois deputados estaduais disseram com clareza que estavam descontentes com a decisão patrocinada pela executiva e chancelada pelo Diretório. Um, Rossano Gonçalves; outro, Coffy Rodrigues – suplente no exercício do mandato e que deverá (?) voltar pra casa, se o titular, Paulo Azeredo, deixar mesmo a secretaria de Obras. E outros edis estaduais ficaram, simplesmente, em cima do muro.

 

Mas, enfim, decisão é decisão. Quer dizer, nem sempre é. Tanto que, no primeiro teste deu tudo errado – para quem votou, e supunha-se fosse maioria. Afinal, na votação do projeto de Reforma Administrativa, idéia da governadora Yeda Crusius, toooodos os pedetistas foram favoráveis. Ficaram com o governo.

 

E, a exceção de poucos, como noticia a página do jornalista Políbio Braga (talvez o que mais conheça os meandros pedetistas, pois até candidato a cargo eletivo foi, pela sigla brizolista), todos querem mesmo é continuar devidamente embarcados no navio governista. Será? É. Pode ser. Talvez seja. A conferir.

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