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VOCÊ AIIINDA NÃO LEU?! Osvaldo Nascimento deixa a política e deixa documento que faz história

O ex-prefeito Osvaldo Nascimento da Silva, na semana passada, pediu desfiliação do PDT, partido pelo qual era primeiro suplente à Câmara de Vereadores. Hoje residindo em Araranguá, Santa Catarina, Nascimento enviou uma carta ao partido em que faz um verdadeiro inventário de sua vida política, econômica e pessoal – tendo como base toda a sua atividade na política.

 

Além de prefeito em dois mandatos não consecutivos, Osvaldo Nascimento da Silva foi deputado federal e vereador em vários mandatos – inclusive no tempo em que não havia salário. Na verdade, a “carta ao PDT” conta toda uma história que supera os 35 anos de atuação política. E traz dados e informações que, provavelmente, a comunidade até desconhece.

 

Esta (nem sempre) humilde página de internet está publicando o conteúdo do documento, NA ÍNTEGRA. E acredita estar contribuindo, aí sem modéstia alguma, para a compreensão (ainda que do ponto de vista apenas de Osvaldo) de alguns fatos que marcaram Santa Maria desde o início dos anos 70.

 

Para ler o conteúdo, basta ir ao lado, na caixa de Artigos, procurar Osvaldo Nascimento da Silva. Está lá. É imperdível!

 

 

CONFIRA, ABAIXO, UM PEQUENO TRECHO DA CARTA:

 

 

“…COMO RECEBI A CIDADE A PRIMEIRA E SEGUNDA VEZ: A primeira vez era simplesmente uma terra arrasada. Não havia sequer uma máquina funcionando. A única patrola que existia estava no distrito de Boca do Monte, sem pneus. ASFALTO NÃO EXISTIA, SÓ BURACOS. O ESGOTO CORRIA À CÉU ABERTO.

 

A procissão da romaria da Medianeira ocorria na antiga Av. Ipiranga, que asfaltamos já no primeiro ano de mandato e trocamos o nome para Av. Nossa Senhora da Medianeira, onde era pedra e barro, transformou-se num cartão postal da cidade. O parque Itaimbé, simplesmente era uma sanga fétida, onde os dejetos eram jogados exalando mau cheiro. O LIXÃO era depositado a céu aberto ali no final da Rua Dois de Novembro, hoje onde está localizada a RBS e a CORSAN, um problema gravíssimo de saúde pública, que resolvemos, comprando para a prefeitura, uma área de aproximadamente cinco equitares da família Schimith, e ali fizemos um ATERRO SANITÁRIO, resolvendo o grave problema de ratos, baratas, mau cheiro, moscas, etc., que vivia a cidade. Entendo que somente essa solução por si só, já valia um governo.

 

Outra situação grave era o  BAIRRO SALGADO FILHO, dava dó. Abandono total. Ali implantamos parte de verbas do projeto ‘CURA’ e resolvemos em parte o problema, inclusive, construímos uma ponte de alvenaria, que aliás, a ponte de madeira que existia havia caído com um caminhão, o trânsito estava interrompido. O atendimento à saúde era só um ambulatório nos fundos da prefeitura, que aliás, era um prédio da Universidade, cedido à prefeitura.

 

O médico era só um, por sinal, um grande médico o Dr. ARI ROCHA MARTINS, a quem devo muita obrigação. Ampliamos o atendimento à saúde, que era comandada posteriormente, pelo Dr.HELVIO CENTENO que contratou mais médicos e agentes de saúde. A EDUCAÇÃO estava totalmente sucateada, professores mal pagos, escolas detonadas, carência de vagas, situação grave, que foi resolvida com ajuda do SECRETÁRIO ELOYR TAVARES BORGES. De igual modo, a logística de  transporte e vias urbanas, simplesmente era um caos. Que começou ser resolvido com ajuda do ENGENHEIRO ROBERTO LANNES LEITÃO. Exemplos, apenas para citar alguns, os piores;…” 

 

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