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Trocão do PAC. Efeito paralelo do programa em Santa Maria é aumento da produção e empregos

É verdade. Cada vez se encontra menos gente buscando razões para criticar o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Há, claro, um componente político (e eleitoral?) que não pode ser desprezado. No entanto, os benefícios para a população são evidentes. Para a carente e para a nem tanto. Afinal, constata-se a geração de mais empregos e o incremento da produção, como efeitos paralelos e também benéficos advindos das obras bancadas pelo PAC.

 

A assessoria de imprensa da prefeitura (e dê-se, portanto, o devido desconto) está produzindo uma série de reportagens acerca dos reflexos do PAC na economia da cidade. É o caso do texto a seguir, assinado por Patrícia Lemos, com foto de Gardel Silveira. Confira:

 

 “PAC aumenta empregos e produção na cidade

 

Além dos benefícios sociais e de infra-estrutura, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), é uma poderosa usina de empregos. Na série de reportagens “Economia em Pauta”, você confere hoje o impacto do Programa na geração de trabalho na cidade.

Os setores de construção civil, metal-mecânico e infra-estrutura estão empregando muitas pessoas direta e indiretamente. Os diretos são os que garantem a construção das habitações, pavimentação e drenagem nas 39 regiões que recebem as melhorias. Já os indiretos dizem respeito à produção de todos os insumos que entram nas obras, desde a areia até os vidros, passando pelos equipamentos simples e sofisticados.

Conforme levantamento feito pela Secretaria de Comunicação (SeCom), até início de agosto, serão 741 funcionários trabalhando diretamente nas 100 obras em andamento, por meio das 11 empresas contratadas. Conforme o gerente administrativo da Della Pasqua, Marcos Cunde, no PAC a empreiteira tem 80 operários entre pedreiros, auxiliares, engenheiros e administradores. “Depois do início das obras tivemos de fazer 20 contratações, apenas em 2008”, afirma.

 

Quem sente na pele este impacto são José Leodenir Silveira, 41 anos, e Valdomiro Bitencourt da Silva, 29 anos (os dois na foto). O serventes de pedreiro tiveram sua carteira assinada há 10 dias pela Cotrel que, neste ano, contratou cerca de 50 pessoas para o PAC. Há quatro meses Valdomiro procurava emprego e hoje trabalha na canalização do Arroio Cadena, na Perimetral Dom Ivo Lorscheiter. “O PAC me ajudou muito, agora tenho meus direitos garantidos com carteira assinada e um bom salário. Além disso, me orgulho de fazer parte da equipe que construirá uma obra histórica para a cidade”, diz. Com os salários, Valdomiro já faz planos: “Quero construir uma casa para minha mãe”, projeta.

Segundo o economista José Maria Pereira, o Programa de Aceleração do Crescimento impulsionou a geração de empregos em Santa Maria. “Sem dúvida, todo este ciclo reflete gerando trabalho e renda no setor de construção civil, indústria e serviços”, afirma. O economista ainda diz que há uma expectativa favorável dos empresários da cidade. Com a inflação controlada e aumento do Produto Interno Bruto (PIB), conforme dados do IBGE, os bons ares para a economia santa-mariense ainda devem soprar por um bom tempo.

O que comprova a afirmação do economista é a situação da Zocotec, indústria de artefatos de cimento, localizada no Distrito Industrial de Santa Maria, na BR-287. A sócia-proprietária, Alessandra Rebelato Zocolotto, diz que o PAC obrigou a empresa a quadruplicar o quadro de funcionários. São 22 empregados, sendo que 10 foram contratados em 2008. “Essa leva de obras na cidade movimentou muito a fábrica. A produção aumentou em 50%, em relação ao mesmo período de 2007. Já tenho tubos vendidos para os próximos quatro meses. Nunca tivemos em melhor fase como esta”, comemora a empresária.”

 

SUGESTÃO DE LEITURA clique aqui, se desejar outras informações oriundas da assessoria de imprensa da Prefeitura.

 

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