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LUNETA ELETRÔNICA. Ameaça do Conselho de Saúde, mais eleições na UFSM, trocão para campanha…

* Ofício do Conselho Municipal de Saúde – ao prefeito, com cópia aos secretários de Saúde e Finanças e ao Ministério Público – cobra resposta “imediata sobre a dificuldade para o registro de preços para posterior compra de medicamentos a serem distribuídos a população usuária do SUS”.

* Reclama o documento, assinado pela coordenadora, Rosa Maria Wolff, que a solicitação teria sido feita em novembro passado, o edital aberto em janeiro e “até 17 de junho não temos os medicamentos nem muito menos o processo aberto para a compra“.

* O ofício requer solução imediata e, para meu gosto de uma forma ameaçadora, acrescenta uma ameaça: “gostaríamos de perguntar quem se responsabilizará pelos óbitos e internações decorrentes da falta de medicamentos.”

* A par da gravidade da situação, se de fato existente, há jeito e jeito. E o do tipo “trator”, por mais justo que seja a questão, cá entre nós…. Bem.. Deixa pra lá. Ah, e que a patrulha não pegue em armas, por favor!

* A Câmara realizou sessão solene no final da tarde desta quinta, para a entrega da Medalha Mérito Religioso “Dom Ivo Lorscheiter”, à Sociedade do Apostolado Católico dos Padres Palotinos, pelos 70 anos em Santa Maria.

Palotinos homenageados em sessão solene na Câmara (foto de Milena Jaenisch, da AI/CV)

* Falando em nome do parlamento, João Carlos Maciel disse que a instituição, desde que chegou, tornou-se “presença na vida das pessoas, especialmente as mais necessitadas, com projetos de assistência social e educação”.

* Nos últimos meses, uma série de eleições em unidades importantes da UFSM se realiza, com a consulta direta à comunidade universitária.

* A mais próxima é a que acontece no dia 29, no Centro de Artes e Letras (CAL), que escolhe seus diretor e vice. E um debate entre os candidatos se deu nesta quinta-feira.

* Concorrem duas chapas. Uma liderada por Pedro Brum Santos (com Carlos Gustavo Martins Hoelzel de vice); outra com Vera Lúcia Portinho Vianna (na companhia de Sérgio Antonio Brondani).

* O PV de Marina Silva declarou, em meio à convenção realizada há uma semana, pretender gastar um máximo de R$ 90 milhões, na campanha à Presidência.

* Os outros protagonistas do pleito, a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra, preferiram adiar a divulgação, que deve ser feita oficialmente apenas quando do registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral.

* No entanto, a colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, publicou nesta quinta que, no caso de Dilma, o custo da campanha deve ser, no máximo, R$ 160 milhões.

* Já o orçamento de Serra ainda não é conhecido, informou a jornalista, mas não deve ser muito diferente. Inclusive pelas previsões feitas em pleitos estaduais.

* Tome-se São Paulo, por exemplo. Lá, a candidatura tucana ao governo provincial, liderada por Geraldo Alckminn, estima gastos aproximados aos R$ 50 milhões. E o seu oponente, o petista Aloizio Mercadante, imagina gastar R$ 40 milhões.

* Atenção, atenção, atenção: essa estimativa de gastos é obrigatória. E, claro, se refere ao custo oficial da campanha. Estou curiosíssimo, de todo modo, para saber (ninguém ainda divulgou) o custo das campanhas no Rio Grande.

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