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Crise ianque. Em dois meses, queda no nível das reservas brasileiras em Dólar foi irrelevante

Não demora muito e haverá alguém para dizer que o presidente Lula estava certo. Afinal, a crise ianque é braba, mas atinge sobretudo os especuladores. Especialmente os jogadores do cassino financeiro montado pelos norte-americanos, seguidos por outros espertalhões europeus e de outras nações. E que tiveram seus imitadores baratos (?) por aqui, que fizeram empresas perderem um dinheirão na roleta dos tais de derivativos.

 

Muito bem. Dito isto, se encaminha (é mais um desejo que convicção, reconheço) para um período de vento norte. Isto é, forte, mas curto, com a chuva na esquina. Um dos fatores a justificar a previsão é o mesmo que, antes, à sua falta, era motivo de perda de sono: as reservas internacionais em Dólar. Em 1999, para situar no tempo, ao governo Fernando Henrique Cardoso, o Brasil quebrou. Teve que recorrer ao FMI para fazer crescer as tais reservas. E olha que, à época, não somavam mais que US$ 50 bilhões. Elas viraram pó de uma hora para outra. E agora? Agora… bem, dê uma lida na nota publicada pela seção “Radar”, da ex-revista Veja, em sua versão online. Com certeza, entenderá. A seguir:

 

 

“CRISE INTERNACIONAL – Reservas intactas no meio do terremoto

 

Um dado eloqüente que confirma que o Brasil está conseguindo safar-se dos efeitos mais deletérios da crise financeira global: um dia útil antes do anúncio da quebra do Lehman Brothers, em 15 de setembro, as reservas internacionais do Brasil eram de 205,7 bilhões de dólares. Ontem, o Banco Central registrava reservas de 204,9 bilhões de dólares. Este não é o único fator a ser analisado e nem o país está livre de diversos percalços, mas é um dado a ser comemorado.”

 

SUGESTÃO DE LEITURA – confira aqui, se desejar, também outras notas produzidas e publicadas na versão online da seção “Radar”, da ex-revista Veja.

 

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