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Inquietação. Ainda há cinco cargões vagos à espera da definição do prefeito Cezar Schirmer

Ainda no escritório da transição, no quarto andar do prédio da SUCV, no centro da cidade,  pouco depois das 4 da tarde de quarta-feira, 17 de dezembro, o prefeito Cezar Schirmer anunciava, faltando duas semanas para a posse:

 

1) Serão criadas as pastas de Integração Regional e Relações Institucionais, e a de Ação Comunitária.

2)   Serão extintas as pastas de Captação de Recursos, Secretaria Geral, Comunicação e Segurança.

3)   As secretarias de Desenvolvimento Econômico, Habitação e Regularização Fundiária e Proteção Ambiental serão reestruturadas. Esta última poderá se transformar em Fundação, com atividades ampliadas. Lançou, inclusive, o que poderia ser interpretado como um balão de ensaio: a pasta que cuidaria do Ambiente poderia se chamar “Santa Maria Verde”.

 

Subsidiariamente, ainda informou que a definição acerca dessas três últimas secretarias se daria entre janeiro e fevereiro.

 

Passados 40 dias daquele encontro com a imprensa, e portanto dentro do prazo estipulado, Schirmer já assumiu, as secretarias de Integração Regional e de Ação Comunitária ainda dependem de projeto a ser enviado para a Câmara e só a primeira tem titular conhecido, Jorge Pozzobom. E a secretaria de Desenvolvimento Econômico é ocupada interinamente pelo próprio prefeito.

 

De resto, há uma grande indefinição (pública, ao menos) acerca da “fundação verde” e, sobretudo, sobre quem deverá ocupar as pastas de Desenvolvimento, Habitação e Ação Comunitária. Ah, e a Assistência Social é ocupada, também de forma provisória, pelo tucano Pozzobom.

 

Como já escrevi certa feita, o juiz do tempo é o prefeito Schirmer. Mas também é ele o responsável, na mesma medida, pelas decorrências. Inclusive – sem entrar em questões de ordem administrativa, igualmente importantes – pela inquietação de militantes que querem ocupar as funções. As principais, ou as secundárias, de cada uma dessas pastas ainda sem “dono”.

 

O que veio a público, sem a confirmação oficial, é que a Assistência Social seria destinada ao padre Xico Biankin. E a nova (e super) secretaria de Ações Comunitárias era o lugar certo para o vereador do PP, Sérgio Cechin. Como se sabe, o primeiro agradeceu, e o segundo, se em algum momento aceitou, voltou atrás. E também, no que toca à pasta de Desenvolvimento Econômico, o prefeito teria convidado seu xará, Cézar Busatto – que, educadamente, não se comprometeu.

 

Assim, há pelo menos cinco postos fundamentais ainda vagos na administração. A saber: secretarias de Assistência Social, Ações Comunitárias, Desenvolvimento Econômico e Habitação. E uma Fundação a ser criada, para suprir a ausência da pasta de Proteção Ambiental. E fevereiro se aproxima, da mesma forma que se aprofunda o desconforto de uns e outros. Seja porque desejam o cargo ou porque são mesmo nervosos.

 

 

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