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Brasil Foods. Perdigão incorpora Sadia, fusão boa para as empresas. Mas, e os consumidores?

Ok, ok, ok. Não será este (nem sempre) humilde repórter um “traidor da Pátria”. Afinal, a união da Perdigão com a Sadia (na verdade, a incorporação da segunda pela primeira) permitirá a criação da Brasil Foods, marca a ser utilizada no exterior, onde ambas têm forte presença e carreiam divisas importantes para o País.

 

Aqui, no mercado interno, tanto Sadia quanto Perdigão sobrevivem como marcas. E seria burrice se assim não ocorresse, tamanha é a fortaleza de ambas, arraigadas na cabeça dos consumidores. Aliás, e estes, como ficam? Afinal, a nova organização será amplamente majoritária, para não dizer monopolista, em território brasileiro. Ninguém pensou na possibilidade, por exemplo, de uma unificação de preços (normalmente para cima)? Bem, “traidor” ou não, tenho lá minhas dúvidas.

 

Em todo caso, o negócio está feito (e ninguém fala em livre concorrência nesta hora, na mídia grandona, toda ela contaminada pela graaaaande empresa multinacional brasileira), e não custa nada tentar saber como e por que ele ocorreu. É o que, ainda que nem tão explicitamente, explica reportagem publicada pelo G1, o portal de notícias da Globo, com informações do jornal Valor Econômico. Confira:

 

“Sadia e Perdigão concluem acordo de fusão

Acordo cria gigante brasileira do setor de alimentos. Conclusão do acordo foi confirmada pela Perdigão.

 

Após muita negociação, os obstáculos à assinatura do contrato de compra da Sadia pela Perdigão foram superados e os papéis foram assinados na noite desta segunda-feira (18). Os detalhes da operação ainda não foram anunciados, mas a conclusão do acordo foi confirmada pela assessoria de imprensa da Perdigão. O acordo cria a maior uma gigante brasileira de alimentação, que deverá se chamar Brasil Foods.

O que teria atrasado a assinatura dos contratos, que estava prevista para quinta-feira foi o destino a ser dado ao Banco Concórdia, que pertence à Sadia. Desde o começo estava definido que o banco ficaria de fora da nova empresa, como um negócio independente, controlado pelas famílias Fontana e Furlan.

 

No entanto, restavam duas questões pendentes: o que fazer com um contrato de prazo indeterminado que o banco possuía para explorar a cadeia produtiva da Sadia e como fazer a cisão desse ativo da empresa. A separação do banco envolvia a definição de quanto capital ele necessitaria para existir de forma autônoma…”

 

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