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AÉCIO INSISTE. Serra é favorito mas, incrível, seu nome ainda não são favas contadas no PSDB

Aécio com Fernando Henrique - que, em vez de ajudar, complica
Aécio com Fernando Henrique - que, em vez de ajudar, complica

Que coisa esse Aécio Neves. Até as pedras sabem que a “hora” é de José Serra. E, mais que isso, todas as pesquisas apontam o governador paulista como o que melhor condição tem de enfrentar os candidatos alinhados ao governismo, a começar pela favorita de Lula, Dilma Rousseff. Não se sabe, ninguém sabe, se ele vai ganhar. Mas é dele a vez.

Só que não contaram isso para o governador mineiro, que a cada dia encontra um meio de se mostrar viável, seja por sua própria insistência ou por dados isolados, aqui e ali, de pesquisas pontuais. E, cá entre nós, a grande vestal tucana, Fernando Henrique Cardoso, não ajuda muito – embora também ele seja um serrista -, ao não se posicionar de forma bastante claro.

Essa situação criada no tucanato, e que deve ser deslindada até dezembro (é o que se diz, mas não custa desconfiar), mereceu reportagem publicada na edição que está nas bancas, da revista IstoÉ. O texto é assinado por Luciano Suassuna e Mário Simas Filho. A foto é de Antonio Cruz, da Agência Brasil. Confira:

Serra x Aécio separados, porém juntos
Os governadores de São Paulo e Minas Gerais traçam estratégias opostas para assumir o comando da oposição e rivalizam em obras e realizações – mas nenhum deles ganhará a eleição sem o apoio do outro

Esqueça a chapa puro-sangue – aquela que teria José Serra como candidato a presidente e Aécio Neves como seu vice. Ela só existe na cabeça do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Nos próximos quatro meses, os governadores de São Paulo e de Minas Gerais dominarão a cena da oposição na batalha pelo direito de enfrentar o candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva numa eleição fundamental para definir um novo projeto para o Brasil. José Serra, 67 anos, e Aécio Neves, 49, são diferentes em muita coisa: no jeito de fazer política, nas prioridades de governo e, até onde deixam antever, no projeto para o Brasil.

Mas estão no mesmo partido e, pelo acordo tácito estabelecido entre os líderes do PSDB, terão até dezembro para que um se mostre mais viável que o outro como candidato a presidente da República. Até lá, contudo, o dilema do PSDB será esmiuçado em um jogo político de duas frentes. Para o eleitor comum, eles desfiarão um rosário de estatísticas, inaugurações, obras e programas de governo – com o objetivo de subir nas pesquisas de intenção de voto. Mas também irão acelerar a peregrinação pelos Estados, de olho em alianças regionais e na conquista dos filiados do PSDB. Se até dezembro nenhum dos dois se sobrepujar, uma eleição geral, no início de 2010, entre os 350 mil integrantes do partido indicará o comandante da oposição na batalha contra o governo Lula. O vencedor definirá com que estilo, velocidade e rumo o Brasil irá caminhar para se tornar uma nação desenvolvida. E é por isso que, daqui por diante, a temperatura no PSDB não vai parar de esquentar…”

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SUGESTÃO ADICIONAL – confira aqui, se desejar, também outras reportagens, artigos e colunas publicados na edição da revista IstoÉ que está nas bancas.

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