NOVA PAUTA. José Sarney está “salvo”. Suas agruras já cansaram e agora o assunto é o pré-sal

NOVA PAUTA. José Sarney está “salvo”. Suas agruras já cansaram e agora o assunto é o pré-sal - josé-sarney

Sarney deve dar vivas ao pré-sal. Afinal, largaram do pé dele

A volubilidade dos políticos (com a cumplicidade explícita da mídia grandona) é algo fantástico. De repente, não mais que de repente, o presidente do Senado, José Sarney, e suas agruras, que (parecia, ao menos) poderia levá-lo ao quinto dos infernos dos renegados pela sociedade, ficaram simplesmente para trás.

É isso mesmo. Afinal, surgiu outro assunto, com potencial suficiente para valorizar o governo ou desgastá-lo, dependendo de quem fizer o discurso. É o dito marco regulatório do pré-sal, objeto de quatro projetos de lei já em tramitação no Congresso. Que coisa! O pessoal esquece fácil, meeesmo. Ah, sobre essa mudança de pauta, confira a nota publicada pelo jornalista Josias de Souza, da Folha de São Paulo. A foto é de Wilson Dias, da Agência Brasil. Confira:

Pré-sal de Lula impõe pauta a Congresso sem agenda

Nos últimos sete meses, o Senado habituara-se a uma rotina. O plenário tornara-se monotemático. Só se debatia a crise José Sarney. Mesmo depois que o Conselho de (a)Ética acionou a sua gaveta, um pequeno grupo de senadores recusava-se a fingir que nada tinha acontecido.

Já na segunda-feira, pelo menos um senador recalcitrante escalava a tribuna para reavivar o pedido de afastamento do presidente da Casa. Ora Pedro Simon ora Eduardo Suplicy. Em apartes, Jarbas Vasconcelos apoiava a tese. Wellington Salgado ou Almeida Lima faziam a defesa de Sarney.

Neste início de semana, a página foi, finalmente, virada. Nem Sinal de Simon. Nada de Suplicy. O plenário do Senado mudou de assunto. Sarney deve a interrupção do calvário, de novo, a Lula. O presidente impôs a um Congresso que rodava como parafuso espanado a agenda do Executivo…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

SUGESTÃO ADICIONAL – confira aqui, se desejar, também outras notas e artigos publicados por Josias de Souza, da Folha de São Paulo.



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