O RESTO É O RESTO. Serra mira só o Planalto. Por conta disso, veta parceiro local
Qualquer hora dessas tratarei do caso santa-mariense. Aqui também há um objetivo estratégico perseguido – e é legítimo que assim seja, mas os efeitos podem ser devastadores, no presente e no futuro. Mas, como disse, desse tema tratarei oportunamente. Fiquemos, por enquanto, com a questão nacional.
No PSDB, parece evidente que o nome de José Serra é o mais próximo de ser confirmado como candidato a Presidente da República. E ele sabe disso. Tanto que, por conta da meta a ser alcançada, mede muito bem suas ações do momento. A mais recente, segundo informa reportagem da Folha de São Paulo, é, para dizer o mínimo, inibir as ambições provinciais do prefeito paulistano Gilberto Kassab.
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E por quê? Para não ter pela cola a antipatia de um outro parceiro, o também tucano Geraldo Alckmin. Quer saber mais? Leia o que escreve, na reportagem, o jornalista Kennedy Alencar. O texto, publicado originalmente na FSP, é reproduzido no sítio de Ricardo Noblat. A foto (de arquivo) é de Fabio Rodrigues Pozzebom, da Agência Brasil. Confira:
“Serra veta Kassab e decide que Alckmin é o candidato em São Paulo
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), vetou a articulação do prefeito da capital, Gilberto Kassab (DEM), para tentar se candidatar ao Palácio dos Bandeirantes. Ao mesmo tempo, fechou com o ex-governador Geraldo Alckmin que ele será o próximo candidato do PSDB ao governo paulista.
Serra interveio na sua própria sucessão porque avaliou que estava se desenhando um cenário de guerra que poderia prejudicar sua aspiração presidencial. O primeiro movimento foi dizer a Kassab, seu aliado político, que ele deveria permanecer na prefeitura, sob pena de criar um problema na aliança PSDB-DEM e ficar mal perante o eleitorado paulistano, que o reelegeu no ano passado.
Kassab desejava ser candidato a governador, pois a capacidade de investimento da prefeitura é muito pequena se comparada à do Estado de São Paulo. Ele avalia que terá dificuldade para cumprir promessas e que deverá realizar uma administração mediana, o que impediria voos mais altos na política após deixar a prefeitura…”
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