O CRUCIFIXO. Rogério Koff, o símbolo e a liberdade de expressão e crença religiosa
“…O leitor mais apressado julgará que sou contra a Igreja Católica, tendo em vista que o crucifixo é desta a imagem mais poderosa. Nada disso. A Constituição da República Federativa do Brasil estabelece que nosso país é um Estado Laico. Quer dizer que não há culto oficialmente reconhecido, embora alguém possa argumentar que a maioria da população é católica, o que por si já é controverso. A utilização de símbolos religiosos em colégios, universidades ou repartições públicas é, portanto, contraditória com a defesa da pluralidade expressa em nossa Carta Magna.
Há mesmo quem defenda a inconstitucionalidade dos feriados religiosos. Recentemente, um deputado federal tentou instituir o feriado de Frei Galvão, sob alegação de garantir que a população pudesse acompanhar seu processo de canonização pela Igreja. Nada mais absurdo. Por esta lógica, teremos que parar no dia do Yom Kipur, celebrar o dia do Orixá e assim por diante. Não haverá mais dia útil no Brasil, tendo em vista a…”
CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “O Crucifixo”, de Rogério Koff, colaborador semanal deste sítio. Koff é professor do Curso de Jornalismo da UFSM e Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ. O texto foi postado há instantes, na seção “Artigos”!
ATENÇÃO
1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.
2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.
3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.
4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.
5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.
OBSERVAÇÃO FINAL:
A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.