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EDUCAÇÃO. Docentes da UFSM debatem projetos que complicam greves e “congelam salários”

Os docentes universitários estão brabos. Mais que isso, pretendem reagir. No caso, a três propostas em tramitação no Congresso e que, no entender das lideranças da categoria, criam muitos problemas para a realização de greves e, mais que isso, congelam salários dos professsores.

Fabiane Costas, presidente da Sedufsm, vai dirigir a Assembleia

Tudo isso deverá ser debatido na próxima segunda-feira, em assembléia geral convocada pela direção da Seção Sindical dos Docentes da UFSM. E é da assessoria de imprensa da entidade o material que publico a seguir, com texto e foto do jornalista Fritz Nunes. Acompanhe:

Docente da UFSM tem assembléia para discutir projetos que dificultam greve e congelam salários

A Seção Sindical dos Docentes da UFSM (SEDUFSM) está convocando a categoria para uma assembleia que ocorrerá na segunda, 12 de abril, a partir das 16h, no auditório Sérgio Pires, no campus da universidade federal. O principal ponto de pauta da plenária é uma tomada de posição da categoria sobre três importantes projetos que tramitam na Câmara dos Deputados e que afetam diretamente a vida daqueles que integram o serviço público federal.

PLP 549/09: de autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RO), o projeto de lei complementar já foi aprovado no senado e tramita na Câmara com aval dos governistas ligados ao presidente Lula. O PLP prevê o congelamento salarial dos salários do funcionalismo de 2010 a 2019.

PL 4497/2001: de autoria da deputada Rita Camata (PMDB-ES), o projeto prevê algumas restrições e maior controle ao “direito de greve” no serviço público federal.

PLP 248/98: encaminhado ainda no governo FHC, mas não retirado pelo governo Lula, esse projeto propõe novas formas de avaliação do servidor, o que, em termos práticos significa a quebra da estabilidade do funcionalismo público.

Esses projetos não são os únicos que podem afetar a vida do funcionalismo público. Tramita ainda no Congresso Nacional a PEC 341 (Proposta de Emenda Constitucional) que prevê a redução de 250 para 60 o total de artigos permanentes na Constituição Federal e de 95 artigos para…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

SUGESTÃO ADICIONAL – confira aqui, se desejar, também outras reportagens produzidas pela assessoria de imprensa da Sedufsm.

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