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Santa Maria, a terra da economia solidária

Os organizadores ainda não divulgaram dados acerca do próximo evento, que acontece entre 7 e 9 de julho. Mas, no ano passado, pelo menos 66 mil pessoas foram ao Terminal de Comercialização Direta do Projeto Esperança/Cooesperança, que abrigou representações de 16 países, 23 estados brasileiros e mais de 200 municípios. São vários eventos, cada qual com sua edição específica, mas tudo pode ser resumido num único nome, por livre e autoritária decisão deste jornalista: “Grande Feira da Economia Solidária”.

O número de pessoas envolvidas na organização, ao ponto de 45 comissões terem sido formadas (aliás, cá entre nós, não é muita comissão????), dá bem a medida da grandiosidade do evento – como conta, em reportagem de Elisete Tonetto, o jornal A Razão, em sua edição desta quarta-feira. Confira:

”Economia solidária
De 7 a 9 de julho SM será palco do maior evento do cooperativismo alternativo da economia. Já são 45 as comissões formadas

Faltam nove dias para o início do maior evento do cooperativismo da economia solidária do Brasil. A 13ª Feira Estadual do Cooperativismo Alternativo (13ª Feicoop), 6ª Mostra da Biodiversidade, 5ª Feira Nacional de Economia Solidária e a 2ª Feira da Economia Solidária dos Países do Mercosul acontece de 7 a 9 de julho junto ao Terminal de Comercialização Direta do Projeto Esperança/Cooesperança, na rua Heitor Campos, fundos do Santuário-Basílica da Medianeira. Informações referentes ao número de grupos e países participantes, deverão ser divulgados ainda esta semana pela comissão organizadora. Entre as autoridades confirmadas está o Ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, que é de Santa Maria. Evento já conta com 45 comissões de trabalho formadas.

Durante a 2ª Feira de Economia Solidária do Mercosul está prevista uma reunião da Unidade Temática de Desenvolvimento Econômico da Mercocidades. Podem participar do evento empreendimentos econômicos, atrações culturais, poder público e expositores. “Um grande mutirão solidário e uma vitrine. No início eram 26 grupos, agora já são mais de 600. No dia em que deixar de ser tudo isso, não terá mais sentido. Jamais queremos que o seu sucesso gere disputa”, destaca a coordenadora do Projeto Esperança/ Cooesperança, Irmã Lourdes Dill.

Em 2005, o evento que é espaço de articulação, debates, troca de idéias e experiências de comercialização direta dos empreendimentos solidários da economia solidária, moeda social, além de uma vitrine para a exposição e comercialização dos Produtos da Economia Solidária do Brasil e do Mercosul, teve a participação de 16 países, 221 municípios e 23 estados brasileiros, 66 mil pessoas e 3.450 produtos em comercialização e exposição, reafirmando que Santa Maria é a Capital de Economia Solidária.

A Feicoop é promovida pela Diocese de Santa Maria, através do Projeto Esperança/Cooesperança, um setor do Banco da Esperança, com o apoio da Prefeitura de Santa Maria, Cáritas Brasileira, Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), e várias outras entidades parceiras e apoiadoras e articulação com os Países do Mercosul.

Centro da Economia Solidária, um dos pontos A Teia Esperança é a dos empreendimentos solidários associados ao projeto Esperança/Cooesperança, que é ligado a Diocese de Santa Maria. Criada em janeiro de 2003, o principal objetivo é articular os empreendimentos solidários, associados ao projeto Esperança/Cooesperança, para uma maior articulação dos produtores e consumidores.

No total são mais de 40 fixos de comercialização direta dos diversos grupos nos municípios da região Central. O que funciona na Serafim Valandro, 1016, e é conhecido como Centro de Economia Solidária é um deles. No local, é possível…”


SE DESEJAR ler a íntegra da reportagem, pode fazê-lo acessando a página do jornal na internet, no endereço www.arazao.com.br, ou na versão impressa, nas bancas nas primeiras horas desta quarta-feira.

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