Boa notícia. Governo gaúcho quer acertar com fornecedores até dezembro. Faltam os precatórios
Trata-se, sim, de uma boa notícia. Quem é fornecedor do Estado, normalmente, sofre pra receber. Houve, consta, atraso de até 13 meses. E, agora, segundo determinação da governadora Yeda Crusius, tudo terá que estar acertado até dezembro.
Esse é o lado bom. Mas ainda há uma montanha de precatórios não pagos e que também merecem uma satisfação. Afinal, não são empresas, mas cidadãos, em sua grande maioria, os que aguardam por pagamentos históricos. Mas, convenhamos, já é um bom começo, como você pode ler no material distribuído aos veículos de comunicação, pela assessoria de imprensa do Palácio Piratini. A seguir:
Governadora determina regularização de pagamentos a fornecedores até o fim do ano
O Estado do Rio Grande do Sul começa a sentir os primeiros efeitos da regularização dos pagamentos de uma série de produtos e serviços, graças a ações do Programa Fazendo Mais com Menos, em parceria com diversos órgãos. A governadora Yeda Crusius determinou à Secretaria da Fazenda que até o final deste ano todos os pagamentos a fornecedores de bens e serviços do Estado estejam regularizados. Quando assumiu o governo, havia atrasos de até 13 meses.
Na Central de Compras do Estado (Celic), por exemplo, há pelo menos dois indicativos dos benefícios da regularização da gestão financeira. Há preços que estão caindo, em média, 30%, e foi duplicado o número de fornecedores que passaram a participar das licitações. Ambos os avanços estão ocorrendo devido à modernização dos processos na Central e à regularização dos pagamentos feitos pela Secretaria da Fazenda.
A diretora-superintendente da Celic, Carla Poeta Possap, avalia como fundamental para o ajuste fiscal do Estado o pagamento das contas. “Durante muitos anos, o Estado pagou preços exorbitantes, porque as empresas não tinham a certeza de que seriam pagas. Vendiam o risco. Perderam-se bons fornecedores pela incapacidade que tinham de assumir o risco junto com o Estado”, recorda. A diretora-superintendente informa que em agosto os pregões da Celic tiveram um índice médio de economia de 51% em relação ao preço de mercado.
“A governadora já determinou que, até o final deste ano, todos os fornecedores comuns do Estado deverão estar com seus pagamentos em dia”, salienta o secretário-adjunto da Fazenda, Ricardo Englert. “Para isso, estamos colocando em dia uma série de pagamentos, que é um dos objetivos do processo de ajuste fiscal, para reduzir custos e prestar mais serviços”, salienta.
Entre os exemplos de custos em redução, está a compra de vacinas antiaftosa para a Secretaria da Agricultura, que já contabiliza economia de R$ 2,3 milhões. No ano passado, cada unidade da vacina custava R$ 1,1. Recentemente, com o Pregão Eletrônico e a regularização dos pagamentos, o preço caiu para R$ 0,56.
Computadores que no ano passado custavam R$ 3,6 mil a unidade, na última licitação da Celic tiveram seu preço definido em R$ 1,8 mil. Outro efeito positivo é a nova licitação de telefonia móvel realizada pelo Estado. Os custos da ligação por minuto cairão de R$ 0,14 para R$ 0,04 – redução de 66%.
SUGESTÃO DE LEITURA – confira aqui, se desejar, também outras reportagens produzidas e distribuídas pela assessoria de imprensa do Palácio Piratini.





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