CRÔNICA. Daiani Ferrari, as ruas esburacadas de SM e os peixinhos no chafariz
“….Sei que por vezes os buracos são feitos por empresas de diversos serviços e não pela prefeitura, mas até onde vai meu conhecimento, é ela que fiscaliza. Seja com a responsabilidade de reparar ou de fiscalizar, a administração coloca em risco todos os usuários das vias no momento em que não cumpre com sua obrigação. No início da semana, neste mesmo espaço, já foi reclamado sobre a situação de sinaleiras, faixas de segurança e outros pormenores que agrupados formam um grande bolo de problemas para nossa cidade. Tenho ouvido falar em ações de turismo para Santa Maria, envolvendo diversos eixos, mas o que é fato é que o cartão postal da cidade são os buracos e a bagunça urbana.
Se tivesse que escolher entre ruas sem buracos e peixes no chafariz, me desculpem, mas prefiro ruas em boas condições para os pedestres, ciclistas, motociclistas, motoristas e futuros motoristas, como eu…”
CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Por ruas com menos buracos”, escrita pela jornalista Daiani Ferrari, que retoma sua colaboração semanal neste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!
@Jader Hoffmeister
Nas estradas distritais os buracos já passaram do centro da terra!
Secretaria de Turismo só para fazer turismo em outros estados para divulgação do BALONISMO,realmente é lastimável que isso tudo esteja acontecendo num governo que queria fazer mais e melhor pela nossa Santa Maria.
Daiane, Daiane, Daiane! Pela tua indignação concluo que ainda és jovem. Buracos e papo de turismo em Santa Maria é quase tão antigo quanto a Arca de Noé. Os buracos, nascem, se criam e quando estão quase chegando ao centro da Terra eles são “consertados”. Já, quanto ao turismo, iiiiiihhhhh,
é um pouco diferente. Ele nasce, todo mundo acha lindo mas, como todo mundo só acha lindo e não fazem nada, ele vai para a encubadoura e como todo mundo fica só falando e achando lindo, sem dar-lhe o tratamento para ele se desenvolver e virar adulto, ele morre.
Um abraço, Daiane!