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COLUNA OBSERVATÓRIO. É a hora de separar o joio do trigo. E ficar com o trigo

Santa Maria tem cerca de 20 nomes locais, entre concorrentes à Assembléia Legislativa e à Câmara dos Deputados. E mais um punhado, quem sabe uma dezena, de oriundis -isto é, que buscam forte e ostensivamente o voto dos boca-do-montenses.

Alias, o fazem inclusive legitimados pela posição das lideranças empresariais da comuna, que, diante do óbvio, preferiram (e têm razão) não brigar com ele e recomendam voto em quem é daqui e/ou“é comprometido com Santa Maria”. É possível que neguem, mas essa atitude, digamos, pragmática se deve em muito ao fato de duas ou três das principais agremiações com atuação importante por essas bandas simplesmente terem abdicado de apresentar candidatos. Logo…

Temos que, então, há um grupo de 30 candidatos em busca do voto dos santa-marienses. Competitivos? Metade, pelo menos. Quantos se elegerão, entre eles? Impossível afirmar. No mááááximo, chutar. Meia dúzia? Uma dezena? Menos? Mais? Só um maluco se atreveria a cravar o resultado. E o bestunto do colunista às vezes fica avariado, mas não de todo. Então, melhor não entrar nessa.

De maneira que é bom o eleitor se preparar: as próximas três semanas que antecedem o pleito serão de verdadeiro bombardeio de propaganda. O suficiente para que a escolha se dê. Á coluna resta torcer para que o cidadão, na sua sapiência, saiba separar o joio do trigo. E, de preferência, que fique com o trigo. Inclusive porque a hora é essa. Outra? Só dentro de quatro anos.

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3 Comentários

  1. Concordo com o que disse o Márcio. E sei que devemos respeitar as escolhas dos outros, porém há alguma coisas que eu até entendo, mas não aceito. Ou aceito mas não entendo.
    Pobre, trabalhador, votar em quem sabidamente vai defender interesses de latifundiários e grandes empresários.
    Alguém poderá perguntar: Mas o que o Rogério Ferraz tem contra estes dois segmentos da sociedade? Eu respondo: Absolutamente nada. Mas penso que se estes candidatos forem eleitos, que sejam pelos votos de quem eles vão representar.
    Por exemplo, estou muito em dúvida sobre quais os interesses que um Tubias da vida vai defender na Assembleia.
    Outro exemplo:
    Interesse de quem será defendido por Ana Amélia e Rigotto? Do trabalhador? Ou dos grandes empresários? Caso haja uma votação que é para beneficiar o peão em detrimento dos empresários, como votarão esses dois?
    Pois é, então que eles se elejam com os votos dos empresários e não os do trabalhador.
    Mas, sei que não é bem assim. Muita gente vai votar na Ana Amélia por que “ela aparece todos os dias durante o almoço na sala da minha casa”.
    E o grande defensor da classe trabalhadora, Paulo Paim, corre o risco de ficar de fora do senado. Um cara que para defender o trabalhador compra briga até com seu próprio partido e com o Presidente se for preciso.
    Mas, esta é a nossa cultura e para mudar isto, longos anos serão necessários.

  2. Olha Marcio, tem um que gastou um monte de dinheiro público voando num balão para ver se tinha um pouco de visão, mas acho que não adiantou nada!

  3. O que aos meus olhos parece joio, aos olhos de outro pode parecer trigo. Esse é o processo democrático. Não podemos respeitar somente as nossas escolhas. Então, o que espero não é que os eleitos tenham a mesma visão que eu e sim que todas as visões da sociedade estejam proporcional e legitimamente representadas.

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