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EDUCAÇÃO. Docentes da UFSM rejeitam proposta do governo sobre reestruturação da carreira

Docentes da UFSM, em Assembléia, não ficaram muito faceiros com a proposta. Muito pelo contrário

Recebi, e reproduzo na íntegra, material produzido pela assessoria de imprensa da Seção Sindical dos Docentes da UFSM. O assunto é uma assembléia geral da categoria, acontecida ontem, e que tratou da proposta (ainda em fase de minuta) do Governo Federal, de reestruturação da carreira.

O resultado, como você perceberá, não foi exatamente de concordância. Muito pelo contrário. Ah, o texto e a foto são do jornalista Fritz Nunes. Acompanhe:

“Assembleia rejeita proposta do governo  sobre carreira docente

Reunidos ao final da tarde desta quarta, 8, no auditório da SEDUFSM, os professores presentes à assembleia rejeitaram a proposta do governo sobre carreira docente. A minuta de projeto de lei foi apresentada ao ANDES-SN no dia 21 de julho e deve ser encaminhada ao Congresso Nacional após as eleições. Dentre as mudanças apresentadas estão a criação da classe de professor Sênior e de novas gratificações como a de preceptoria (na área de Saúde) e a de Coordenação de cursos.

 O vice-presidente da SEDUFSM, professor Julio Quevedo dos Santos, disse que nas reuniões do Grupo de Trabalho de Carreira da SEDUFSM, a proposta do governo foi discutida e rejeitada por ter como principal conseqüência a “desconstrução” da carreira, prejudicando de forma muito aguda os docentes aposentados. Contudo, a compreensão do grupo é de que o movimento docente não deve apenas rejeitar a proposta, mas apresentar uma alternativa. E é isso que tem sido construído nas reuniões do GT Carreira. Na próxima quarta, 15, os professores que integram o grupo de trabalho voltam a se reunir com a assessoria jurídica do sindicato para tirar as últimas dúvidas quanto aos aspectos legais.

AUTONOMIA– Na plenária desta quarta, os professores também avaliaram a solicitação do ANDES-SN para que houvesse uma posição em relação à Medida Provisória 495/2010, editada pelo governo e que trata da Autonomia Universitária. A discussão na assembleia era se seria tomada uma posição favorável ou contrária à iniciativa do governo, que foi aplaudida pelos reitores. Por unanimidade, a plenária definiu que não iria se posicionar nem contra e nem a favor. Prevaleceu o argumento de diversos professores que se manifestaram, segundo os quais não haveria sentido em rejeitar algo que já está em vigor se não se tinha uma proposta substitutiva. (A íntegra está em www.sedufsm.org.br)”

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