Política

O ‘JEITO DILMA’. Já haveria ministros preocupados em relação ao próprio futuro. É?

Que ninguém diga ter sido enganado. O jeito Dilma Rousseff de governar é bastante diferente do que foi utilizado por Luiz Inácio Lula da Silva durante oito anos. Afinal, muitos trabalharam com ela, seja nos tempos de Rio Grande do Sul ou no ministério – tanto nas Minas e Energias quanto, principalmente, na Casa Civil.

Ela cobra mais, conhece mais minúcias, é gestora de mandar fazer – e tem tudo na ponta da língua, setor por setor. É o jeito dela. Ponto. Dito isto, não é improvável que logo, logo um ou outro ou vários assessores de primeiro escalão se incomodem. Por não conseguir acompanhar o ritmo ou simplesmente por discordar.

Daí porque não é de graça que alguns ministros já estariam se preocupando com o próprio futuro. E esta uma das principais deduções claudemirianas acerca de interessante artigo publicado por Valdo Cruz, repórter especial da Folha de São Paulo. Confira e tira a tua própria conclusão, a seguir:

Sob observação

Quase um mês de governo e a presidente Dilma Rousseff já deixa alguns ministros preocupados com o futuro. Segundo um deles, já ficou claro que “ou a gente se adapta ao estilo dela ou corremos o risco de perder o cargo”. Nas palavras desse ministro, Dilma não tem muita paciência com conversas intermináveis, que normalmente não apresentam soluções, mas ficam apenas diagnosticando problemas.

Outro ministro, que também prefere não se identificar, diz que na segunda reunião com a nova presidente sua ficha caiu. “Ela não gosta muito de quem chega sem conhecer profundamente o que está em pauta nem de quem não consegue apontar sugestões para resolver determinados problemas de sua área”, relata o ministro sobre sua experiência nos despachos no gabinete presidencial.

Um dos ministros diz ainda que está impressionado com o acompanhamento que a presidente tem feito dos trabalhos de seus subordinados. Ele já foi advertido, por determinação de Dilma, a não fazer certos comentários públicos sobre alguns temas do governo. A advertência, segundo ele, ocorreu por conta de uma declaração que ele havia dado à imprensa. Da qual nem se lembrava. “Eu já não recordava direito o que havia dito, mas ela, pelo visto, lembrava muito bem”, disse o ministro, rindo de si mesmo. E ele não foi o único a receber essas ligações do Palácio do Planalto…”

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