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BOMBAJA. ‘Sonho apoiado em quatro rodas’. Iniciou na Engenharia/UFSM, mas hoje…

Antes de qualquer coisa, reproduzo parte de um texto do sítio do projeto Bombaja, da Universidade Federal de Santa Maria:

“A equipe Bombaja representa a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) nas competições de Engenharia da Mobilidade, organizadas pela SAE BRASIL – Formula SAE, Baja SAE, Aerodesign SAE e Eficiência Energética.

A Bombaja, com o objetivo de participar da competição Baja SAE, iniciou suas atividades no dia 4 de abril de 2003, tendo como fundador o professor da Engenharia Mecânica da UFSM, Iberê Luiz Nodari, que segue como coordenador da equipe até hoje. Apesar do foco da mesma ser a Engenharia Mecânica, outros cursos a completam. São eles: Engenharia da Produção, Engenharia Elétrica, Ciências da Computação, Engenharia da Computação, Administração e Relações Públicas, todos representados por alunos da UFSM…”

Se quiser saber mais detalhes, das competições e, enfim, de tudo o que cerca o projeto, além das últimas notícias a respeito, basta entrar no sítio. Para isso, basta ler até lá embaixo e, depoooois, clicar AQUI.

Agora, vamos ao que motivou esse nota. Encontrei, via redes sociais, a estudante de Relações Públicas Eloisa Uliana. Que, fui descobrir, é “diretora de comunicação” da “Equipe Bombaja UFSM”. Mais: percebi nela um entusiasmo quase comovente. Por conta disso, pedi um texto a respeito. Ela o enviou. Vale a pena ler, para perceber por que, afinal de contas, o Bombaja provoca tanto arrebatamento. Ah, as fotos que ilustram esse texto também são da Eloisa. Confira:

 

Um sonho apoiado em 4 rodas

O dicionário define: equipe é um “grupo de homens que trabalham na mesma tarefa, ou que unem os esforços com um mesmo propósito”. Grupo, tarefa, esforços, propósitos. Essas quatro palavras poderiam resumir bem o que é fazer parte da Bombaja. Em primeiro lugar, o grupo, heterogêneo. Tem gente das exatas, das sociais e das humanas, mas todos conscientes de que o “nós” deve vir antes de qualquer “eu”, de que o esforço coletivo é o que deve se sobressair, de que o grupo todo deve estar em congruência de objetivos para que a tarefa seja concluída.

A tarefa, ou melhor, as tarefas, não são poucas. Conciliar as aulas, os trabalhos e a vida social com os projetos, as reuniões, e a pressão por resultados. Ser engenheiro, administrador ou comunicador, antes mesmo de ter o diploma. Aliar isso tudo à falta de recursos, tanto financeiros como estruturais, realmente, não é uma tarefa fácil. Realizá-las depende de esforços, de todos os tipos. Abrir mão de férias, de convívio com a família e com os amigos e deixar livros de lado são esforços comuns para quem se entrega a um projeto como esse.

Sacrifício em vão? Horas perdidas? Não é o que dizem os Bombajeiros. A equipe tem seus propósitos e, entre eles, representar uma Instituição do porte da Universidade Federal de Santa Maria, levar o nome e o orgulho dos cursos que fazem parte do projeto, vincular às empresas apoiadoras a imagem de empreendedorismo, liderança e espírito de inovação.

Muitas vezes o grupo percebe que mesmo tendo realizado as tarefas com muito esforço, os propósitos não foram alcançados. Correr e morrer na lama? Reconhecer que somos, antes de tudo, humanos. E aprendizes. Aprendizes de engenheiros, de administradores, de comunicadores. Reconhecer também que nada supera o sentimento de ver um carro que foi desenhado, projetado, fabricado e testado por aprendizes levantando barro e poeira em uma pista e arrancando aplausos de uma torcida. Quando o protótipo, o coração, o nervosismo e o orgulho entram no grid, independente de números ou classificações, os propósitos já foram alcançados.”

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Um Comentário

  1. O texto produzido pela Eloisa retrata perfeitamente o que é participar do Projeto Bombaja da UFSM. Tive a oportunidade de assistir ao enduro de fev/2010 em Piracicaba e pude sentir “na pele” as emoções da equipe à cada vôo do protótipo na pista. Meu filho Guilherme Rossi, estudante de Eng. Mecânica e participante do Projeto, foi o piloto naquela ocasião. Os patrocinadores, com certeza terão o nomes de suas empresas elevados a um patamar superior, pois o Projeto Bombaja além de ser a materialização de idéias de um grupo é uma “semente” para o desenvolvimento de novas tecnologias.

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