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INTERNET. Ainda há muito a fazer para popularizar a banda larga no Rio Grande

Há projetos e estudos do Governo Federal. Avançam bastante, inclusive numa questão vital, o preço. E noutra: como transportar os dados. Mas o fato é que ainda há bastante caminho a ser percorrido até que se democratize o acesso à internet de banda larga. Ou rápida, como talvez fosse mais correto.

No Rio Grande do Sul o quadro não é muito diferente. E até justifica a atenção que está recebendo do Governo do Estado, interessado nessa ampliação de um serviço que começa a se tornar básico. A propósito da expansão, seus problemas e possibilidades, aconteceu ontem interessante seminário, em Porto Alegre.

Quem conta o que se discutiu, com bastante detalhes, é o ótimo jornal eletrônico Sul21. A reportagem é de Igor Natusch. Acompanhe:

Seminário discute expansão da banda larga para todos os municípios do RS

Gestores públicos e representantes da iniciativa privada debateram, nesta terça-feira (19), o impacto que a extensão das conexões de banda larga poderá ter sobre os municípios gaúchos. O evento, batizado de “Banda Larga e Desenvolvimento Local – Os Benefícios Para as Cidades Gaúchas”, foi promovido pela Network Eventos e ocorreu no Hotel Sheraton, em Porto Alegre. Na pauta, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e medidas que podem ser adotadas para que a população tenha acesso a internet rápida e barata em todas as cidades do Rio Grande do Sul.

Ao final do seminário, foi divulgado o manifesto “Banda Larga é um direito seu!”, defendendo o acesso de alta velocidade à internet como serviço público e universal. Gérson Barrey, diretor de inclusão digital do governo do RS, diz que o objetivo do manifesto é fazer com que a população participe da mobilização, pressionando as empresas de telefonia a rever os valores e a qualidade geral dos serviços oferecidos. Em sua participação no seminário, Barrey também expôs o programa gaúcho de banda larga, que passa pela integração entre órgãos públicos e pelo uso das conexões de alta velocidade em projetos como telemedicina, ensino à distância e teletrabalho. O quadro no RS, segundo Barrey, ainda é précario, o que faz com a banda larga seja uma das prioridades estratégicas do governo gaúcho…”

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