PRESTIGIADOS. Dilma repele a “fritura” de ministros. E até dá os nomes deles
A estratégia é tão antiga quanto verdadeira. Planta-se notinhas na imprensa, dizendo que tal ou qual ministro está em situação difícil. Mais: pode cair a qualquer momento. Se o alvo é, meeeesmo, fraco, a coisa funciona e ele se demite ou é convidado a tal. Chama-se, simplificadamente, assim a tal “fritura”.
Não se sabe, ainda, mas parece que tal ideia, normalmente patrocinada por grupos prejudicados, ou até por interessados no cargo, não está exatamente colando, na presidência de Dilma Rousseff. Olha só o que ela fez ontem, por exemplo, em cerimônia pública, a respeito dos comentários sobre ministros que estariam “saindo”. A reportagem é de Tarso Veloso, no jornal Valor, e que foi reproduzida no blogue de Luis Nassif:
“Dilma desautoriza ‘fritura’ de ministros
A presidente Dilma Rousseff desautorizou as notícias de que promoverá novas mudanças no comando de ministérios. Ao participar de um evento ontem, em Brasília, Dilma rejeitou informações transmitas por interlocutores do governo sobre mais trocas no primeiro escalão e citou nominalmente os ministros que têm sido alvo dos rumores.
“Eu queria cumprimentar ministros ausentes a essa cerimônia, mas que, em vista de notícias que o governo não concorda com elas, merecem os meus cumprimentos. Mario Negromonte, ministro das Cidades, Pedro Novais, ministro do Turismo, Ana de Hollanda, ministra da Cultura, Orlando Silva, ministro do Esporte, Moreira Franco, ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e Afonso Florence, ministro do Desenvolvimento Agrário. E cumprimentar um ministro presente (Fernando Haddad, da Educação) com grande capacidade de execução, com capacidade inequívoca de articular a política educacional do nosso país”, disse.
A presidente participou ontem, no Palácio do Planalto, da cerimônia de entrega do Prêmio Anísio Teixeira, por ocasião do 60º aniversário da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, saiu em defesa do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, citado nos escândalos da área dos Transportes por ter, como ministro do Planejamento, autorizado liberação de recursos para obras. A polêmica começou após declarações do diretor…”
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