UFSM. Acordo leva à desocupação, pelos estudantes, do prédio da reitoria, no Campus

Uma nota assinada pelo reitor Felipe Muller e pelo vice Dalvan Reinert, divulgada esta manhã, chancelou o acordo firmado entre as autoridades universitárias e o Diretório Central de Estudantes, após uma reunião de sete horas, encerrada ontem apenas às 10 da noite.

Com o que, encerra a ocupação do prédio da reitoria, invadido pelos estudantes no dia 1° deste mês. Os alunos deixaram o prédio, no campus, na manhã de hoje. Voltaremos ao assunto, inclusive disponibilizando a nota da Reitoria e a posição dos estudantes. Aguarde!

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2 comentários

  1. Adriano

    “13/09/2011
    Protesto contra projeto sobre gerência de hospitais universitários adia reunião

    A comissão especial criada para analisar o Projeto de Lei 1749/11, do Executivo, que cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), adiou para amanhã (14) a reunião para discutir e votar o parecer do relator, deputado Danilo Forte (PMDB-CE).

    Privatização disfarçada
    A reunião nem chegou a ser aberta porque os servidores da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra) invadiram o Plenário 13. Eles são contra a aprovação do projeto, porque, na opinião deles, a criação de uma empresa para administrar os hospitais universitários nada mais é do que uma privatização disfarçada.

    Os deputados Chico Alencar (Psol-RJ) e Alice Portugal (PCdoB-BA) querem que a reunião seja realizada no Plenário 1, o maior das comissões, para permitir a participação dos sindicalistas.

    Alice Portugal disse que vai procurar convencer alguns deputados da comissão especial a votar contra o projeto. Ela pediu o empenho dos manifestantes para que pressionem os deputados.

    A reunião vai ser às 14h30.”

    Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/SAUDE/202450-PROTESTO-CONTRA-PROJETO-SOBRE-GERENCIA-DE-HOSPITAIS-UNIVERSITARIOS-ADIA-REUNIAO.html

    A ASSUFSM está presente com 36 Técnico-Administrativos em Educação!

  2. André Campos

    é preciso citar um(a) clássico: o termo “público” denota dois fenômenos intimamente correlatos mas não perfeitamente idênticos. significa, em primeiro lugar, que tudo o que vem a público pode ser visto e ouvido por todos e tem a maior divulgação possível. Para nós, a aparência – aquilo que é visto e ouvido pelos outros e por nós mesmos – constitui a realidade. Em comparação com a realidade que decorre do fato de que algo é visto e escutado, até mesmo as maiores forças da vida íntima – as paixões do coração, os pensamentos da mente, os deleites do sentido – vivem uma espécie de existência obscura, a não ser que, e até que, sejam transformadas, desprivatizadas e desindividualizadas, por assim dizer, de modo a se tornarem adequadas à aparição pública. Hannah Arendt, A CONDIÇÃO HUMANA, 2009, 10ª edição, p. 59.

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