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AUTOESTIMA (2). A prefeitura as 22 pequenas agroindústrias criadas em Santa Maria

Depois de REPORTAGEM com informações acerca dos investimentos feitos pela Parati Alimentos, a Coordenadoria de Comunicação Social da Prefeitura produziu o segundo texto que tem o objetivo, cristalino, de elevar a autoestima da comunidade – após o insucesso na tentativa de trazer para Santa Maria a montadora chinesa de caminhões.

Agora, o tema é a implantação de 22 pequenas agroindústrias, que produzem especificamente para o mercado local – em substituição a aquisições milionárias feitas fora da cidade. Confira o material assinado pela CCS da prefeitura. A seguir:

Desenvolvimento II – Do fundo de quintal para a linha o mercado local. São 22 agroindústrias produzindo

Uma das agroindústrias criadas. Elas são 22

O comércio local adquire, todo ano, o equivalente a R$ 350 milhões em produtos agropecuários advindos de fora da cidade. Isso porque Santa Maria, ao longo dos anos, não se preocupou em formular uma política que possibilitasse a autossuficiência do município na produção de ovos, leite, carne, aves, embutidos, entre outros. 

A atual administração municipal entende que Santa Maria possui potencial para desenvolver e impulsionar as atividades do setor primário, gerando emprego e renda aos produtores e alimento a preço mais acessível e de qualidade à população. Por isso, a Prefeitura, através da Secretaria de Município de Desenvolvimento Rural (SDR), incentivou nos últimos três anos e três meses, a criação de 22 agroindústrias através do Pro-Agroindústria – programa de incentivo à criação de agroindústrias em santa Maria.

Um dos 11 programas de estímulo ao aumento de produção agrícola do Executivo Municipal, o Pro-Agroindústria, além de financiar os produtores através do Fundo Rotativo, oferece acompanhamento técnico e consultoria aos produtores que almejam fazer a transformação da produção agrícola em produtos industrializados. Além de fomentar a criação de novas indústrias, o programa tirou da informalidade muitos outros produtores que produziam de maneira rudimentar e sem aprovação da vigilância sanitária.

Ao passo que proporciona meios de abrir novos agronegócios e garantir segurança e respaldo necessário a seu desenvolvimento, a Prefeitura age em busca do incremento da renda e manutenção do setor. Isto é possível fazendo com que toda a merenda escolar da rede municipal de ensino, bem como qualquer outra demanda por alimentos desta ordem, advinda do município, seja comprada de produtores locais...”

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7 Comentários

  1. A compra de produtos da merenda escolar vindos dos pequenos agricultores, não é nem perto iniciativa da prefeitura,e sim lei do gov. federal que obriga que no mínimo 30% destes produtos venham da agric. familiar.Mas não perde a mania de se apropriar dos projetos dos outros…

  2. Definitivamente o programa de desenvolvimento da indústria do governo Schirmer se resume à bolachas e massas, então porque não incentiva a Corrieri que é de gente nossa de SM?

  3. INCENTIVOU?
    ISSO PODE SER O SEGUINTE: “VAMOS LÁ GENTE!”
    Mas quem financiou?
    Reforma não vale!
    Legalização do já funcionava também não vale!
    O Fundo rotativo pode financiar até 8000 reais, então o investimento foi de 176.000,00 reais.
    PELO PRONAF INVESTIMENTO DÁ PARA PEGAR MUITO MAIS COM 8 ANOS PARA PAGAR COM JURO DE 2% AO ANO.
    Para quem prometeu grandes indústrias isso deveria ser apresentado como tira gosto e não como prato principal!
    Para quem falou em fazer integração com sadia e Perdigão, trazer a indústria de leite CONAPROLE…
    Ééééééééééééééé´o empreendedor “minuncioso” tem que sumir mesmo!

  4. Essa deveria ser a linha editorial do sr @empreendedor que lamentávelmente anunciou o encerramento de suas aparições aqui no site.

  5. Jaci Borreau :
    Irmã Dill para prefeita… a maior parte das empresas é fruto de articulação dela… por isto Schirmer a queria no governo, para emcampar as ações DELA.

    É isso aí Jaci! Na hora do desespero eles lembram que o verdadeiro desnvolvimento tem raízes na comunidade.

  6. Irmã Dill para prefeita… a maior parte das empresas é fruto de articulação dela… por isto Schirmer a queria no governo, para emcampar as ações DELA.

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