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ARTIGO. Caso Lula x Gilmar Mendes e a mídia, na visão do governador Tarso Genro

Tarso: agenda da mídia e a moralidade duvidosa

Taí. Esse texto, cá entre nós, dificilmente encontraria guarida na mídia tradicional. Inclusive porque trata dela. E de uma forma, digamos, beeeem indigesta para seus gestores. O tema é a “affair” Lula x Gilmar Mendes e a análise do comportamento midiático. Seu autor, o governador gaúcho Tarso Fernando Genro. O artigo foi originalmente publicado no sítio Carta Maior. Acompanhe, a seguir:

Democracia e falência da moralidade da direita

O episódio envolvendo a conversa do Presidente Lula com o Ministro Gilmar Mendes só adquiriu notoriedade e importância, em função do debate político que atravessa marginalmente a sociedade brasileira. Um debate que se faz através de códigos, de discursos não explícitos, de alusões ligeiras a temas relevantes, que refletem visões sobre o estado e o modelo de desenvolvimento em curso e também sobre os efeitos da crise mundial sobre este modelo. O encontro, na verdade, serviu para rememorar posicionamentos anteriores sobre estes dois temas – Estado e modelo de desenvolvimento – que vem marcando a última década. O resto é manipulação política para, mais uma vez, a grande mídia tentar desgastar Lula, o Presidente que iniciou uma grande virada democrática e social no Brasil, contra as idéias da direita conservadora e do neoliberalismo, hegemônicos no período anterior.

A grande mídia tem composto a agenda política do país em torno da questão da corrupção, como nunca ocorrera. É uma agenda importante e permanente do país e muito se avançou, até agora, com as ações do governo federal na Controladoria Geral da União, com a reorganização e a autonomia investigativa da Polícia Federal e, até mesmo, com algumas denúncias fundadas que saíram na grande imprensa, que ajudaram o Ministério Público nas suas tarefas de fiscalização da legalidade. Mas a transformação da corrupção no assunto político principal da República obedece a outros objetivos: transferir à esquerda que governa todas as mazelas do país, para esconder o fracasso político dos governos anteriores, que não só foram ineptos para governar, mas também incompetentes para atacar a corrupção enraizada no Estado, promovida diretamente por setores da iniciativa privada mancomunados com agentes públicos.

A oposição conservadora de matiz neoliberal, que promoveu as privatizações selvagens, que pretendia privatizar a Petrobras, vender ativos públicos que hoje se configuram como “chaves” para enfrentar a crise – como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil – a mesma oposição que defendia e defende uma política externa de subserviência aos EUA (e não relações de cooperação interdependente com soberania) -esta oposição – tinha adquirido através da campanha midiática, formalmente contra a corrupção, a condição de paradigma da moralidade…”

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Um Comentário

  1. Oh!Oh! Nenhuma novidade nesse artigo do Tarso. Apenas a repetição daquela lenga lenga decorada sobre mídia golpista, intriga da oposição, culpa da privataria tucana, etc e tal… Essas opiniões petistas, parecem-me, saem de uma central de criação que as distribui para todos os companheiros. É lógico que a mídia tradicional, aquela que sobrevive sem as benesses distribuidas pelo poder, não vai publicar esses repetecos que só servem mesmo para satisfazer o ego dos paladinos da moral e da ética (deles)

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