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Salários. Docentes municipais realizam assembléia em data estratégica e até acenam com greve

O fato é que, até o presente momento, os servidores municipais, incluídos os docentes e o quadro geral, não receberam proposta oficial da prefeitura, para a revisão salarial cuja data-base foi em março. A administração, por seus representantes, tem dito que não ultrapassará a inflação passada, indicando ainda que o índice poderá ser menor. Mas proposta, proposta meeeeesmo, não houve.

 

Por conta disso, as categorias se mobilizam. O Sindicato dos Professores marcou uma assembléia em que discutirá o assunto, com seus dirigentes não descartando a possibilidade de paralisar o trabalho. Mas realiza seu encontro com os trabalhadores numa data estratégica, pelo menos na dedução claudemiriana. Por quê? Simples, dá pelo menos uma semana ao município para propor alguma coisa. Terá sucesso? Vai-se saber, logo, logo.

 

A propósito do descontentamento da categoria docente, e as informações sobre a assembléia agendada, confira material distribuído pela assessoria de imprensa do Sinprosm. O texto é assinado pela jornalista Susana Leite. Confira:

“Professores discutirão novos rumos da luta pela reposição – A categoria fará outra assembleia para definir quais medidas serão tomadas para pressionar o governo municipal

A data-base para o reajuste do magistério venceu em março deste ano, mas até agora a Prefeitura não apresentou um índice de reposição salarial. De lá para cá, o Sindicato esteve, inúmeras vezes, reunido com o Prefeito e Secretários, no entanto não houve uma proposta concreta de reposição. Diante deste impasse, a coordenação do Sinprosm, juntamente com a diretoria, decidiu realizar outra assembleia, marcada para o dia 27 de maio, às 16h30min, no Clube Caixeiral, para estabelecer quais as medidas que serão tomadas para pressionar o governo daqui em diante. A possibilidade de paralisação não está descartada. Este e outros assuntos serão votados na assembleia.

Na pauta da assembleia, também estão incluídos os problemas enfrentados pelo magistério, a ilegalidade de algumas suplementações em escolas; nomeação de professores sem diploma; falta de pagamento da gratificação de difícil acesso; falta de funcionários, como merendeiras, agentes administrativos e auxiliar de serviços gerais; e a situação da educação infantil, que até agora carece de estagiárias.”

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