
Uma representação da Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm) está em Belém, Pará, participando da 29ª edição do Congresso do ANDES/Sindicato Nacional. São cerca de 400 delegados das quase 60 entidades espalhadas pelo país. Entre os presentes, o jornalista Fritz Nunes, da assessoria de imprensa da Sedufsm. São dele o texto (e a foto) a seguir. Confira:
“Cerca de 400 professores debatem futuro da universidade no Congresso de Belém
Na Belém das “contradições”, conforme definição da diretora regional do ANDES-SN, professora Socorro Gomes (UFPA), iniciou na manhã desta terça, 26, a vigésima nona (29) edição do Congresso do ANDES-SN. Conforme balanço feito na noite de terça, estavam inscritos 305 delegados, 38 observadores, 32 diretores do Sindicato Nacional dos Docentes, representando 58 seções sindicais de todo o país. O número de participantes se aproxima de 400 pessoas. O tema do evento, que se estende até domingo, 31 de janeiro, é “Contrarreforma Universitária, ataques à carreira e ao trabalho docente: desafios do ANDES-SN na luta em defesa da Universidade Pública”.
Na abertura do Congresso, além de diretores do ANDES-SN e de integrantes das seções sindicais envolvidas na organização do encontro, um representante do DCE da Universidade Federal do Pará (UFPA), um dirigente do Sinasefe, um representante da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas), um representante da reitoria da UFPA, um integrante do movimento “Xingu Vivo”, e um convidado especial, o estudante de pós-graduação haitiano, Frank Seguy.
A crise humanitária no Haiti após o terremoto o dia 12 de janeiro, quando um número superior a 100 mil pessoas morreu, foi um dos pontos abordados na abertura do Congresso. O dirigente da Conlutas, José Maria de Almeida, destacou que a ocupação do território haitiano por tropas estrangeiras ao longo de décadas é a principal responsável por aquele país ser hoje o mais pobre da América Latina. Mesmo após a catástrofe do terremoto, o que se observa é uma disputa entre Brasil e Estados Unidos pelo comando das tropas militares no Haiti. A discussão não é por questões humanitárias, ressalta o dirigente da Conlutas, mas sim para saber que empreiteiras vão reconstruir o país. Segundo Almeida, não há…”
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SUGESTÃO ADICIONAL – confira aqui, se desejar, também outras reportagens produzidas e distribuídas pela assessoria de imprensa da Sedufsm, inclusive acerca do Congresso do Andes/SN.





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