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UMA LUZ? Governo promete esboçar proposta para os docentes federais em greve. Mas sindicato desconfia

Depois de algum tempo, enfim todos sentam à mesa de negociação. E agora?

É assim. Uma reunião (enfim, uma) de negociação aconteceu ontem, em Brasília. De um lado, o governo federal; de outro, sindicalistas do comando nacional de greve dos docentes das 55 instituições que participam do movimento iniciado em meados de maio – no caso da UFSM, desde o dia 28.

No final, uma promessa: o patrão oferecerá um esboço de proposta e fala no restabelecimento de uma relação de confiança. Mas o sindicato nacional docente diz que não é bem assim e denota desconfiança. Será que o editor entendeu mal? Bem, então confira você mesmo o material publicado originalmente no sítio da Seção Sindical dos Docentes da UFSM, com informações do Andes-Sindicato Nacional. A seguir:

Governo deve apresentar esboço de proposta até terça, 19

…Em reunião realizada no final da tarde da última terça-feira, 12, em Brasília, o governo federal abriu efetivamente as negociações com o ANDES-SN e outras entidades da educação. No encontro, que durou mais de três horas, o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento (SRT/MP), Sérgio Mendonça, comprometeu-se em apresentar um esboço para o plano de carreira na próxima terça-feira, 19, em nova reunião que será realizada em Brasília.

A reavaliação de Mendonça sobre a data marca um primeiro recuo do governo frente ao movimento grevista (que já alcança mais de 50 universidades federais). No caso da apresentação de proposta para o novo plano de carreira, por exemplo, Mendonça iniciou as negociações mantendo a mesma postura intransigente adotada até o momento, afirmando que só apresentaria um esboço dentro de 20 dias e caso a greve fosse encerrada. Também defenderam tal proposta o Secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (Sesu/MEC), Amaro Lins, e o diretor de Desenvolvimento da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica do MEC (Setec/MEC), Aléssio Barros.

Segundo os representantes do governo, o início das negociações acompanha o reestabelecimento de uma relação de confiança, ideia rechaçada pelas entidades presentes na reunião. Conforme lembrou a presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa, o governo já teve outras oportunidades de evitar essa greve, pois inúmeras vezes foi avisado do descontentamento dos docentes. Além disso, a categoria vem, há tempos, dando prazos ao governo que são continuamente descumpridos. “Agora não há como negar. Estamos em uma das maiores greves já realizadas no setor, com 55 instituições paradas, sendo 51 universidades…”

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