Otimismo. Política a parte, população aposta é no crescimento da economia. Indústria também
Que os problemas políticos existem e subsistem, não há como contestar. Afinal, o parlamento se vê às voltas com um bom punhado de escândalos. Alguns deles até são investigados com estardalhaço, bem ao gosto dos que adoram um holofote. Outros (cadê a CPI da TV? E a do Corinthians?), bem, deixa pra lá.
O Renan Calheiros é assunto desde que dormiu com a mulher errada. Ou alguém vai me convencer que alguma coisa teria sido descoberta não fosse esse erro do senador alagoano? Hein? Ou você acha que ele é o único a ter emissora de rádio e tv nas próprias mãos ou nas de laranjas? É?! Então, acesse aqui.
Já publiquei aqui estatísticas sérias sobre a quantidade de senadores sob investigação em algum momento. O Renan vai dançar – se não perder o mandato, irá para o limbo. O que, para um político, é suficiente para mudar de profissão.
Aí, se você quiser descer no mapa, tem algumas coisas bastante estranhas no Rio Grande do Sul do Detran, dos Pedágios, da CGTEE. Hein? Presta atenção. Não, não no que é publicado. Mas no que não é. A mídia que se acha escolhe bem seus alvos, esteja certo.
Agora, você vem pra cá, para a cidade. Ao contrário do que pode dizer o mito, a população está satisfeita. Hein? Estou escrevendo asneira? É verdade que o Diário de Santa Maria escondeu a reportagem, mas eu a li. Foi publicada em 10 de outubro. Não foi nem manchete de capa ou contracapa, embora ocupasse uma página inteira. O fato é que se publicava, naquele dia, o resultado de uma pesquisa feita, por encomenda do jornal, no final de setembro, em que se apurava o nível de satisfação dos santa-marienses. Resultado: nas categorias de muito satisfeitos e satisfeitos, somadas, temos 73% da população da boca do monte. Duvida: então clique aqui e confira todos os números publicados pelo jornal.
Resumindo: a população não está nem aí para os escândalos políticos. Isso interessa à mídia grandona (e a que se acha) e uma porção (significativa, importante, mas limitada) da classe média. A que lê os jornalões e os nem tanto. Quanto à plebe ignara e, claro, à chamada classe produtiva, estas estão mais interessadas, meeeesmo, é em consumir e crescer economicamente.
Ou haveria outra explicação para uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria, em que se fica sabendo da vontade de investir do setor secundário? Ora, eles também querem ganhar dinheiro e distribuir riqueza. E apostam na estabilidade das regras econômicas, no crescimento visível dos principais indicadores, inclusive no aumento do emprego (confira a nota seguinte|)e da renda. O resto… é o resto.
SUGESTÃO DE LEITURA – confira aqui a reportagem Indústria vai investir mais em 2008, de Renata Veríssimo, nO Estado de São Paulo.





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