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UFSM. Docentes querem que Conselho reconheça oficialmente a greve dos três segmentos da instituição

Vice-reitor Dalvan Reinert, a convite das liderança grevistas, esteve na assembleia docente

Com a presença de 50 pessoas, inclusive dirigentes da instituição, aconteceu nesta tarde mais uma assembleia dos docentes da UFSM. O principal foi a aprovação de um documento, a ser entregue ainda nesta sexta-feira, em que os grevistam pedem ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão reconheça oficialmente o movimento paredista.

A partir daí há uma série de consequências, em sendo aprovada a reivindicação. Mas sobre isso, e mais detalhes do que aconteceu no auditório Pércio Reis, no Campus, quem conta é Fritz R. Nunes (também autor da foto), da assessoria de imprensa da Seção Sindical dos Docentes. Acompanhe:

Docentes querem que CEPE reconheça a greve

Uma das decisões tomadas pela assembleia dos professores em greve, nesta quinta à tarde, é a elaboração de um documento que será encaminhado aos membros do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), em que é reivindicado que essa instância decisória da UFSM se manifeste publicamente pelo reconhecimento da greve que atinge os três segmentos. O texto a ser encaminhado foi redigido após o final da plenária desta tarde e, será encaminhado na manhã desta sexta aos membros da Comissão de Legislação e Normas (CLN) do CEPE.

A deliberação foi tomada após um longo debate, que se sucedeu a partir das manifestações do vice-reitor, professor Dalvan Reinert, e do pró-reitor de Graduação, Orlando Fonseca, que estiverem presentes à assembleia a pedido do Comando Local de Greve. Em suas manifestações, os representantes da Administração mais uma vez reiteraram posicionamentos como o de que o calendário acadêmico não deve ser suspenso, pois hoje existiria uma legislação que pode implicar em responsabilização judicial em caso desse tipo de iniciativa ser tomada. Também reafirmaram o respeito à greve não apenas de docentes e técnico-administrativos, assim como dos próprios estudantes.

O pró-reitor de graduação disse ainda que, na condição de gestores da UFSM, farão tudo o que tiver ao alcance para evitar que os alunos sejam prejudicados. Destacou que no caso daqueles alunos que forem efetuar matrícula pela internet e não houver disciplinas ofertadas, a alternativa para que não percam o vínculo com a universidade é realizarem trancamento total que, após o término da greve, pode ser revertido. Também após o término do movimento serão buscadas soluções para todos esses problemas, gerados por um fato novo, segundo eles, que é uma paralisação que iniciou em um final de semestre. Para diversos professores presentes à assembleia, esses esclarecimentos dados pela Administração na assembleia, deveriam ser publicizados pelos gestores através dos meios de comunicação…”

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