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Empresas. NHT ganha espaço na mídia nacional

Dentro de poucos dias, não mais que 20, Santa Maria entrará outra vez na rota das companhias aéreas. Mais exatamente da NHT, cujo berço é exatamente o coração do Rio Grande. Afinal, foi aqui que nasceu o Grupo JMT (José Moacir Teixeira, o nome do fundador). E NHT compõe as iniciais de Norma Helga Teixeira, esposa de José Moacir.

A empresa mais vistosa do grupo é a Planalto Transportes, concessão de linhas rodoviárias. A NHT é a caçula, que chega cheia de expectativas positivas por parte dos investidores e, claro, dos consumidores.

O fato de a nova companhia de aviação gaúcha assumir parte importante das rotas que um dia foram da Varig, hoje bem menor e com novos controladores, chamou a atenção da mídia nacional. Ao ponto de, na sua penúltima edição, a maior revista de negócios nacional, a Exame ter-lhe dedicado duas páginas em reportagem assinada pela jornalista Suzana Naiditch, da sucursal de Porto Alegre. Confira o resultado:

”Do ônibus ao avião
Na esteira da crise da Varig, grupo gaúcho lança empresa aérea regional no Sul

A longa crise da Varig, vendida há alguns dias para sua antiga subsidiária VarigLog por 24 milhões de dólares, abriu oportunidades não apenas para suas concorrentes imediatas – a TAM e a Gol. A decadência da mais tradicional empresa aérea brasileira também tornou-se uma oportunidade para empreendedores que pretendem aventurar- se na aviação.

Trata-se do efeito prático de um mandamento não escrito dos negócios: “Qualquer espaço deixado em branco é imediatamente ocupado pela concorrência”. Nas próximas semanas, a rede gaúcha de transporte rodoviário JMT começará a preencher um desses espaços. O grupo vai iniciar a operação de uma pequena companhia aérea regional, a NHT Linhas Aéreas, justamente para atender a um mercado que no passado foi dominado pela Rio Sul, do grupo Varig.

Com uma frota de seis aviões bimotores, a nova empresa aérea gaúcha voará de Porto Alegre para oito cidades do interior do Rio Grande do Sul, uma de Santa Catarina e duas do Paraná.

A companhia enquadra-se em uma tendência do mercado de aviação brasileiro – o de empresas de ônibus que se transformam em linhas aéreas. Guardadas as proporções, a NHT quer ser uma espécie de Gol do Sul. Nos últimos anos, vem se delineando uma mudança no perfil das pessoas que viajam dentro do país. De 2004 para cá, houve forte migração de passageiros do transporte rodoviário para o aéreo, um mercado que cresce ao ritmo de 20% ao ano.

Do total de passageiros transportados por avião no Brasil em 2005, de 12% a 15% voaram pela primeira vez. “O momento para o lançamento da NHT é oportuno”, diz o consultor André Castellini, sócio da Bain & Company.

Dono de uma frota de 250 ônibus e com faturamento anual de 200 milhões de reais, há quase uma década o grupo JMT planeja entrar no ramo de aviação. O que emperrava a expansão era a saturação do mercado regional. Há seis anos, surgiu a…”


SE DESEJAR ler a íntegra da reportagem, pode fazê-lo acessando a página da revista Exame na internet, no endereço http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0873/negocios/ . Atenção: o acesso é restrito aos assinantes. Mas você poderá ler essa matéria, se utilizando da senha “Berlim”.

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