Economia

ECONOMIA. Poupança em baixa. E agora?

POR MAIQUEL ROSAURO

O retorno da caderneta de poupança está em queda há seis anos. A rentabilidade no ano passado foi de apenas 0,6%. Leia abaixo matéria da Veja sobre o tema:

Poupança rende menos e poupador busca alternativas

O ano de 2012 foi, novamente, ruim para os que buscam multiplicar o dinheiro com aplicações na caderneta de poupança. Segundo a consultoria Economatica, o investimento preferido dos brasileiros teve o menor ganho nominal dos últimos 46 anos. O dado foi levantado na tarde da última quinta-feira, depois que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 5,84% em 2012.

Mesmo com a inflação em 12 meses menor que a do ano anterior, de 6,5%, os poupadores que depositaram na caderneta tiveram ganho real de apenas 0,6% no acumulado do ano – a rentabilidade da poupança é corrigida pela Taxa Referencial (TR) mais um juro mensal de 0,5% ou 6,17% ao ano, de acordo com a regra antiga (aquela que engloba a maior parte dos investidores).

O retorno da caderneta vem caindo para ganhos modestos há seis anos, apesar de ainda ser um porto seguro. Atualmente, a situação desfavorável para os poupadores se repete também em praticamente todos os investimentos conservadores.

A queda da taxa básica de juros (a Selic), que atingiu a mínima histórica de 7,25% ao ano em 2012, fez com que aplicações de renda fixa com rentabilidade acima da inflação virassem artigo raro. E, para 2013, as perspectivas não são animadoras: especialistas apostam que a Selic continuará baixa, com possibilidade de novos cortes, e será acompanhada de uma inflação que deve ficar em torno de 5,5%.

Esse cenário significa, na maior parte dos casos, rentabilidade próxima a zero ou até negativa – a temível perda do valor principal do investimento. “A taxa real do investimento é calculada com a taxa de juros menos a inflação no período. Há algum tempo, dificilmente, essa diferença perdia para a inflação. Mas, agora, o investidor deve tomar cuidado para que a operação não prejudique seu patrimônio”, diz Alexsandra Camelo, diretora da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

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