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FELIPE/DALVAN. As ideias da atual gestão da UFSM

Felipe/Dalvan: não sucumbimos à demagogia
Felipe/Dalvan: não sucumbimos à demagogia

Os primeiros a responder as questões postas pela assessoria de imprensa da Seção Sindical dos Docentes da UFSM, como você leu na nota imediatamente anterior, abaixo, foram os atuais gestores da instituição, Felipe Müller e Dalvan Reinert.

Eles responderam a seis questões: 1) Expansão do ensino federal; 2) Democracia nas Ifes; 3) Universidade e fundações de apoio; 4) Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh); 5) Fundo de Previdência (Funpresp) e 6) Carreira docente. A publicação das respostas será pela ordem de envio por parte das candidaturas.

Confira o conteúdo das respostas de Muller e Dalvan. A edição é de Fritz R. Nunes. A foto é do arquivo dos candidatos. A seguir:

Felipe e Dalvan abrem debate sobre eleição

Nesta primeira publicação, destacamos as falas da atual gestão da UFSM. O professor Felipe Martins Müller e o seu vice, Dalvan Reinert, falam segundo o ponto de vista deles, sobre a necessidade de “ajustes na expansão”; abordam ainda a ideia de estabelecer novas formas de relação com as fundações de apoio e, no que se refere à democracia nas Ifes, caracterizam que, em movimentos de paralisação ocorridos nas UFSM, conseguiram (reitoria) manter um “alto nível” nessas relações, apesar dos conflitos, naturais em um movimento grevista. Acompanhe a seguir os temas e as respectivas opiniões.

“1) Expansão

Quando a sociedade civil, de forma organizada, pensou em estruturar serviços que atendessem demandas comuns e coletivas dos cidadãos pensou, igualmente, num ente político perene que pudesse assegurar as melhores condições de estabilidade social e econômica às pessoas que assim entendessem a sua razão para existir. Surgiu, então, após séculos de vivências das sociedades do planeta o que ficou denominado como “Estado Nacional”. Contudo, outras tantas sociedades ainda hoje não veem neste “ente” necessidade para tal, questão de opções.

A história brasileira vivenciou três séculos de “Estado agregado”, parte de um ente maior que era o Estado Nacional de Portugal. Porém, em determinado momento, como sociedade em organização houve a opção pela conquista/construção de um Estado pleno e autônomo. Com ele vieram diferentes governos e diversas formas de pensar o desenvolvimento de tal sociedade, isto no decorrer dos séculos XIX e boa parte do XX.

Mais recentemente, após a supressão do viés autoritário da evolução política do Estado brasileiro, a sociedade civil vem adquirindo consciência democrática mais consistente. Disso tem resultado a busca pela conquista e afirmação de direitos sociais e econômicos….”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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