
A assembleia dos professores da UFSM, realizada esta tarde, decidiu que a categoria, em Santa Maria, não fará a paralisação prevista para o dia 19, conforme deliberação do Andes-Sindicato Nacioonal. Os presentes ao encontro desta teça entendem que há necessidade de uma maior mobilização, para encarar o movimento nacional.
Obviamente, essa é a interpretação claudemiriana, a partir do material produzido pela assessoria de imprensa da Seção Sindical dos Docentes da UFSM. Você confere o texto do jornalista Fritz R. Nunes, também autor da foto, e tira tua própria conclusão. A seguir:
“Assembleia decide ampliar mobilização na UFSM…
…Em assembleia convocada pela SEDUFSM, na tarde desta terça, 10, os professores definiram que é necessário dialogar de forma mais próxima com a categoria, buscando ampliar a mobilização. Ficou definido que não haverá paralisação no dia 19 de abril, mas sim uma assembleia, que irá discutir o indicativo de greve para a segunda quinzena de maio, conforme deliberação do setor das federais do ANDES-SN e também conforme indicação do Fórum dos Servidores Federais.
Para o presidente da SEDUFSM, professor Rondon de Castro, o processo de mobilização ainda está em fase embrionária e, por isso, o sindicato acatava com satisfação a sugestão de alguns docentes presentes, que se referia à construção de uma agenda de mobilização, incluindo visitas aos diversos centros de ensino da instituição, com um corpo a corpo junto aos professores.
O 2º vice-presidente da Regional RS do Sindicato Nacional dos Docentes (ANDES-SN), professor Carlos Pires, destacou em sua intervenção que o quadro colocado é de extrema gravidade e que, sem greve, o governo não cederá. “Se vamos conseguir realizar uma greve é outra coisa, mas, está claro que, sem pressão, não teremos avanços na negociação. Por isso, temos que discutir formas de mobilizar e conscientizar a categoria”, insistiu ele…”
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A quantidade de pessoas impede o debate ou garante a qualidade dele? Esse tipo de discurso tem um objetivo único: a desqualificação do trabalho. Contudo, não entra no mérito da questão. Há vários anos sem reajuste nos vencimentos, os servidores federais pagam a conta da dita “marolinha” da crise econômica.
Caracas! Verifiquei que havia 8 professores em uma foto veiculada em um jornmal local.Que baita discusão deve ter haviado?? É piada tchê!