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KISS, 5º MÊS. Os balões, as sementes, a esperança

Na noite que chegava, o barulho de buzinas e palmas. E os 242 balões prestes a subir
Na noite que chegava, o barulho de buzinas e palmas. E os 242 balões prestes a subir

kiss seloFoi uma forma diferente de lembrar e homenagear os 242 mortos na tragédia daquele final de janeiro. Mas também foi uma maneira de reforçar a esperança por Justiça. E igualmente foi igual – na medida em que o barulho da juventude foi preservado no minuto especial, que acontece pela quinta vez consecutiva, sempre no dia 27.

Agora há pouco, no final de tarde, a emoção outra vez tomou conta de uma cidade ainda apalermada diante do acontecido e, agora, com mais uma razão: a visível preocupação adicional dos familiares das vítimas, temerosos que a Justiça, mais que tardar, não chegue – especialmente no âmbito, digamos, administrativo/político.

Mas sobre essa questão, mais específica, trataremos mais tarde. Agora, fiquemos com o relato (texto e foto) de Luiz Roese, originalmente publicado no portal Terra. Acompanhe:

Familiares deitam no chão e soltam balões pelos 5 meses da tragédia

Pouco depois das 18h desta quinta-feira, familiares de vítimas da tragédia da Boate Kiss deitaram no chão e soltaram balões, no centro de Santa Maria, para marcar os cinco meses do incêndio que causou a morte de 242 pessoas. Depois de se abraçar, rezar e cantar, o grupo saiu em caminhada até o Santuário-Basílica da Medianeira, onde foi realizado um culto ecumênico.

Desde quando o incêndio completou um mês, no dia 27 de fevereiro, a Associação de Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) promove atividades, em cada “aniversário”, como forma de homenagear a quem morreu e para que o que aconteceu não seja esquecido. Já se tornou tradicional o “minuto de barulho”, no qual amigos, familiares e até pessoas que não tinham relação com as vítimas batem palmas ou buzinam, enquanto os sinos das igrejas tocam.

Neste mês, a atividade principal foi juntar 242 pessoas deitadas no asfalto, quase embaixo do viaduto Evandro Behr, no Centro de Santa Maria. A meta foi representar o número de vítimas da tragédia. Cada um dos participantes segurava um balão com sementes de cedro e ipê-amarelo…”

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2 Comentários

  1. Respeito as famílias que perderam seus entes queridos. Esta dor ficará para sempre em seus corações. Mas como acredito na doutrina espírita, estes jovens não descansarão tão cedo assistindo todas estas cenas mórbidas e chamamento de seus nomes. Por favor deixem estes espíritos encontrarem a Paz junto ao Senhor. Rezem por eles numa Igreja é o melhor que as família tem a fazer. Os culpados seram julgados e condenados. Não vamos fazer julgamentos precipitados no auge do calor de nossa dor. Para isto existem órgãos competentes. Vamos Orar…

  2. Estava lá também. Foi emocionante, várias vezes as lágrima escorriam pelo meu rosto, mas tinha que dar força para minha querida amiga Andri lopes que perdera sua irmã Evelin Lopes. Eram em quatro irmãs, quando as conheci brincava dizendo que além dos meus três filhos considerava elas como minhas filhas. esquecer jamais, talvez amenizar a dor. Mas quero justiça. Meu filho está há três dias lá na Câmara, estou preocupada, pois está dormindo mal. Mas eles não vão arredar o pé. Se pensam que vão vencer pela canseira, não vão conseguir…

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