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PDT se foi. Paulo Azeredo retorna à Assembléia, mas o suplente não ficará ao relento

Enfim, consumou-se nesta segunda-feira o desembarque oficial do PDT do governo do Estado. O mais vistoso dos quadros a ainda conservar-se na administração, o deputado estadual Paulo Azeredo, se retirou da secretaria de Obras e volta à Assembléia Legislativa.

 

Mas que ninguém se preocupe muito com o suplente agora desalojado, Coffi Rodrigues, que, a propósito, era contra o rompimento pedetista com o governo de Yeda Crusius. Agora, Rodrigues foi nomeado coordenador-geral da bancada do PDT no parlamento gaúcho. Isto é, mesmo sem o status de parlamentar, seguirá na Assembléia.

 

A questão agora é outra. Aliás, as questões são outras. Uma é saber quem vai assumir o lugar de Azeredo, nas Obras. Diz-se que, desde o início do governo, o PDT já se queixava da desidratação da pasta, que perdeu, para começar, a Corsan. Quem topará, agora, a assumi-la? Que ninguém se preocupe; não faltarão candidatos. Mas será, claro, da conveniência da governadora, que até já a ofereceu, e a viu recusada, ao DEM (ex-PFL). Logo…

 

E a segunda é o destino do pedetismo. Já há articulações para colocação de militantes da sigla em cargos federais, a começar pela Delegacia Regional do Ministério do Trabalho, que é dirigido pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi.

 

Em todo caso, e essa é uma observação tipicamente claudemiriana, muita gente vai ficar sem função. Exceto se virar a casaca, o que não é improvável. Em Santa Maria, mesmo, o pedetista de longa data, e que ainda sonha permanecer na Superintendência da Corsan, Elias Pacheco, virou tucano. É, pois é. Tudo muito ideológico, como se sabe.

 

SUGESTÃO DE LEITURAleia aqui a reportagem “Último secretário do PDT deixa o governo Yeda”, publicada pelo ClicRBS, com informações da Rádio Gaúcha.

 

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