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CIDADE. Como fazer sair o Parque Palotti se licitação fracassa pela quarta vez? Schirmer atrás do “Plano B”

Não há mais como usar recursos do Banco Mundial. Teria que ser até o final deste ano. No entanto, a quarta tentativa de licitar as obras do Parque São Vicente Palotti, como das anteriores, fracassou. Desta vez, a única empresa a se apresentar, solicitou um preço acima do preço máximo. E daí?

Daí que o prefeito Cezar Schirmer busca um “plano B”. Qual? Ele não sabe. Mas solicitou ao Instituto de Planejamento que o busque. Detalhes de tudo isso? Leia a reportagem de Luiz Roese, que o jornal A Razão está publicando em sua edição desta sexta-feira. A seguir:

Licitação para o Parque São Vicente Palotti fracassa de novo

Não foi dessa vez que o Parque São Vicente Palotti conseguiu ficar mais perto da realidade. Na quarta licitação feita pela prefeitura para contratar uma empresa para construir a área de lazer, a única concorrente apresentou um valor maior do que o máximo que poderia ser. Como os recursos viriam do Banco Mundial e teriam de ser usados até 31 de dezembro deste ano, a licitação foi cancelada e não poderá ser reaberta, pois não há mais tempo hábil. Agora, a prefeitura já começa a pensar em um plano B para ver o parque ser construído.

Na primeira vez em que foi aberta a licitação para a construção da 1ª etapa das obras, em março de 2012, somente uma empresa candidatou-se. Porém, as propostas foram consideradas, tecnicamente, inadequadas pelo município. No início de 2013, uma nova licitação foi lançada, mas nenhuma empresa se apresentou. A penúltima tentativa foi feita em abril deste ano. A intenção era criar o parque em  uma área de 6,32 hectares, no Bairro Nossa Senhora de Lourdes. O terreno foi doado ao município pela Sociedade Vicente Palloti, em 2010.

Pelo projeto original, o parque seria executado em duas etapas. A primeira previa a delimitação do estacionamento junto à BR-158, pórtico, trilhas, passarelas, decks, mirante, lago e setor esportivo. A área destinada à prática esportiva teria pista de caminhada, loja para venda de lembranças da cidade e do parque, lancheria, copa, sanitários, sala de direção e de reunião, secretaria, tesouraria, sala de imprensa e setor de projetos ambientais.

Na segunda fase da obra, seriam priorizadas as construções de mais dois pórticos de entrada (acessos pelas ruas Israel Seligman e Padre Kentenich), estacionamentos, remanejo da ponte de ferro na BR-287, espaços para contemplação, orquidário e viveiro, capela e espaço para educação ambiental.

Para tentar fazer com que o dinheiro do Banco Mundial pudesse ser usado, a prefeitura chegou a simplificar a primeira fase de obras, prevendo um tempo menor para a execução. Mesmo assim, não deu certo.

Na semana passada, chegou a ser apresentado à comunidade o plano de manejo do Parque São Vicente Palotti. Para não deixar esse sonho morrer, o prefeito Cezar Schirmer (PMDB) não jogou a toalha. Ele já procurou o Instituto de Planejamento de Santa Maria e outras secretarias envolvidas para buscar alternativas para um plano B, que possa viabilizar recursos para a implantação do parque.”

PARA LER OUTRAS REPORTAGENS DO JORNAL A RAZÃO, CLIQUE AQUI

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7 Comentários

  1. Estava sumido GEF. Tiraste folga do posto de comentarista mor. Ahhhhhhhhhhhh, precisávamos tanto da sua sapiência e entendimento de todas as coisas. Nosso Mestre dos Magos mor. E por que esconde-se atrás de pseudônimo? Medo? Hehehehehe. Missão, descobrir a verdadeira identidade sua para pedir autógrafo.

  2. Jornalistas são um povo engraçado. Acham que devemos confiar nas suas longas tranças louras. Para começo de conversa, o edital não foi disponibilizado, logo temos que fazer suposições. A impressão é que o dinheiro disponibilizado pelo Banco Mundial é insuficiente para fazer a obra. Ou simplesmente não vale a pena, as empresas conseguem ganhar mais dinheiro em outro lugar, o que puxa outro assunto.
    Entramos em outro post do editor “Há pleno emprego em Santa Maria”. Afirmação com grande probabilidade de ser verdadeira, mas temerária. O desemprego medido nas regiões metropolitanas é de 4,6%, o menor da série histórica. Mas não necessariamente é o mesmo índice da aldeia (aqui poderia ser 4% ou 7%). Quem discordar apresente o número da comuna. Sem conversa para boi dormir: “é visível”, “todo mundo sabe”, “é só falar com os empresários”.
    E, para finalizar, uma pergunta. Que é do plano estratégico? É documento secreto?

  3. Gente ate quando essa gente vai perder dinheiro de fora, e quando vão conseguir fazer uma obro pelo menos as que estão ai jã tinha o dinheiro e o projeto garantido, mais quando depende deles nada sai, pelo amor de Deus, vão ser incompetentes la no inverno.

  4. Fracassos em cima de fracassos,esta é a realidade do executivo.
    Antes o dinheiro da saude,inerte por falta de projetos.
    Agora,periga perder dinheiro, do Banco Mundial, por incompetencia em gerenciamento e execução de serviços.
    À prefeitura dispõe de um quadro tecnico competente, conheço varios colegas.
    Falta de Atitude e comando é a causa, desta sangria de recursos.

  5. Sempre a mesma ladainha: está assim no cemitério, foi quase assim no Bombril, no parque Palotti. O problema é na equipe de planejamento e orçamento da prefeitura, que não sabe orçar adequadamente as obras. Daí faz licitação com valores abaixo do mercado, ou com muitos itens indispensáveis faltando. Quer um exemplo: orçar uma viga de concreto, sem levar em conta que precisa de fôrma (e esta por sua vez de escoras, pregos, madeira, arame, etc). Falei!

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