ColunaObservatório

OBSERVATÓRIO. A antiga bronca com os taquígrafos

Não custa lembrar

Em 7 de dezembro de 2002:

 “* E-mails de Porto Alegre (um deles, sob a forma de carta, publicado semana passada), Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, além de Curitiba. Todos desancando o colunista por sua posição acerca dos taquígrafos e seu nicho de mercado garantido pelo concurso da Câmara.

* Que não se diga que esse pessoal, respeitosamente falando, não se organiza para defender a categoria…

* O que não muda a opinião de Observatório: por mais dignas que sejam as atividades taquigráficas, elas estão fadadas à extinção em curto espaço de tempo.”

Hoje:

A recuperação das notas publicadas na seção “Luneta”, há exatos 11 anos, embutem curiosidade e convicção. Não querendo puxar a brasa para o assado do colunista, o fato é que o registro, então, do absurdo daquelas vagas ajudou a impedir que se criassem. E os argumentos são ainda mais válidos.

Alguém consegue imaginar, nos tempos atuais, que o registro das reuniões da Câmara seja feito via taquigráfica?

Pois é. Mas se eles fossem contratados, ficariam mais 20 anos sem fazer nada – só recebendo troco público. É o que é, goste-se ou não.

 

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