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Troco. Assembléia decide se mantém ou rejeita veto da governadora a aumento de servidores

Não passa desta terça-feira, inclusive porque é uma imposição regimental. Os deputados estaduais gaúchos decidem se aceitam ou rejeitam o veto aposto pela governadora Yeda Crusius aos projetos que aumentam o salário dos servidores do Poder Judiciário, do Ministério Público e do Tribunal de Contas.

 

Já há certeza de que PT e PC do B, e provavelmente PSB, se manifestarão contra o veto. Mas, se a base do governo, que ainda não se decidiu, resolver votar unida, a governadora terá sua primeira vitória na Assembléia Legislativa. Em todo caso, pelo menos PDT, PMDB, PP e PTB deixaram exatamente para o dia da apreciação para se reunir e decidir, quem sabe, posições partidárias (e não necessariamente “liberando” seus integrantes). Na véspera, pelo menos a palavra oficial é esta, se encontram “indefinidos”.

 

Para que os vetos sejam derrubados são necessários 28 votos. E, a rigor, poucos podem garantir se eles existem ou não no Palácio Farroupilha. Sobre a sessão de hoje, na Assembléia, confira a reportagem de Vanessa Lopez, da agência de notícias do parlamento gaúcho. A seguir:

 

 “Votação polêmica na pauta desta terça-feira

 

Os quatro vetos enviados pela governadora Yeda Crusius com pedido de urgência estão na pauta da sessão desta terça-feira (06). Os deputados deverão votar se aceitam ou rejeitam o veto da chefe do Executivo à recomposição dos vencimentos do Judiciário, do Ministério Público e do Tribunal de Contas, além do projeto do ex-deputado Edison Portilho (PT), que dispõe sobre a adaptação de caixas eletrônicos e ambientes públicos aos portadores de nanismo. No caso de não ocorrer a votação, as quatro matérias trancarão a pauta do Legislativo, conforme Artigo 66 da Constituição Estadual.

 

“Nossa bancada está com a questão fechada”, declara a líder da bancada do PSDB, Zilá Breitenbach. “Sabemos da situação financeira do Estado. A proposta do nosso governo é recuperar as finanças e, no futuro, se possível, redistribuir o dinheiro sob a forma de aumento para todas as categorias.” E acrescenta: “Nossa expectativa é de manter o veto”.

 

O líder da bancada do PFL, Paulo Borges, explica que a posição do grupo é a favor do veto: “Vamos votar em cima de um consenso da bancada. Votamos contra a manutenção do aumento de impostos porque somos contra aumento de impostos. Agora, nos posicionaremos a favor do veto por sabermos da situação complicadíssima do Estado. Acredito que todos os setores tenham de …”

 

SE DESEJAR ler a íntegra, clique aqui.

 

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