“…Esta descrição parece uma série de anotações feitas por um analista mas é a definição do protagonista de um dos mais belos e inquietantes filmes já feitos. A doce vida, lançado em 1960, é um retrato mágico da alta sociedade italiana conduzido por Federico Fellini, um dos maiores e mais criativos diretores do cinema mundial.
O personagem vivido por Marcello Mastroianni é o fio condutor de uma história que, apesar de ter sido filmada em preto e branco, tem “cores fortes”, sentimentos profundos e incompreendidos. Rubini é um jornalista que odeia seu emprego, que se resume a correr atrás de artistas escandalosos e acontecimentos sensacionalistas, como na sequência em que um verdadeiro arsenal midiático é montado para registrar um falso milagre envolvendo três crianças…”
CLIQUE AQUI para ler a íntegra de “Doce e vazia”, da jornalista Bianca Zasso, colaboradora deste sítio. Formada pelo Centro Universitário Franciscano, suas opiniões e críticas exclusivas estão disponíveis todas as quintas-feiras. O tema prioritário é Cinema, pelo qual é uma apaixonada.





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