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NAS RUAS. Defensor público ouve manifestantes. E vai estudar ação contra a Brigada e por tarifa menor

Ruschel ouviu os manifestantes, hoje
Ruschel ouviu os manifestantes, hoje

Um dia depois do confronto entre manifestantes e a Brigada Militar, por conta do protesto em relação à tarifa de ônibus urbano, duas dezenas foram falar com o Defensor Público. Foi hoje à tarde. O relato (inclusive foto) é de Rita Barchet, da assessoria de imprensa da Associação dos Defensores Públicos. A seguir:

Defensoria Pública de Santa Maria estuda a possibilidade de suspender o aumento das passagens

Cerca de 20 pessoas, que participaram da manifestação contra o reajuste do valor do transporte público em Santa Maria na última quinta-feira, se reuniram com o defensor público Juliano Ruschel, nesta tarde (21). A maioria dos participantes reclamou da conduta violenta da Brigada Militar durante o protesto. O grupo também entregou ao defensor a planilha de custo do transporte público apresentada pela Prefeitura de Santa Maria. Eles consideram o aumento abusivo e solicitaram que a Defensoria entre com uma ação para cancelar o reajuste.

Ruschel reuniu os documentos apresentados e declarou que fará um estudo para avaliar a possibilidade de ajuizar uma ação para suspensão do aumento. “ Levarei estas planilhas para o Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública, na próxima semana, para analisarmos. Se for comprovado, por estudos técnicos contábeis, que o valor é abusivo ingressaremos com uma medida cautelar para suspender o aumento”, explica Juliano Ruschel.

Alguns manifestantes também levaram as ocorrências policiais feitas na tarde de ontem após o protesto.  Segundo agente da Defensoria, boa parte dos presentes reclamou de abuso de poder e uso indevido da força por parte da Brigada Militar. O defensor informou que esta demanda será encaminhada ao comando e à Corregedoria da BM para que um inquérito seja instaurado.  A Defensoria também se colocou a disposição das pessoas que quiserem ingressar com uma ação indenizatória contra o Estado.”

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