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ELEIÇÕES. Aliança PT/PMDB (leia-se Dilma/Temer) está “garantida”. Bueno, é o que afirmou o vice, no RS

Michel Temer, o vice que precisa controlar a rebelião de parte da bancada federal do partido
Michel Temer, o vice que precisa controlar a rebelião de parte da bancada federal do partido

Vamos combinar que, mesmo admitindo-se o descontentamento de parte do partido (aquele ao qual, aparentemente, a presidente Dilma Rousseff não cedeu à chantagem), o fato é que o PMDB nacional não tem para onde ir. E ficará no mesmo lugar de hoje. Isto é, colado ao PT e Dilma, com Michel Temer, seu principal nome, na vice-presidência.

Tiranto isso, que é o óbvio, o restante é o tradicional jogo para obter mais vantagens. Não se queira que um vice-presidente da República afirme isso, claro. Então, o que diz Temer? Um bom exemplo está nas suas declarações desta segunda em Não-me-toque, onde visitou a tradicional feira Expodireto. Acompanhe, no material produzido pelo G1, o portal de notícias das Organizações Globo:

‘Acho que está garantida’, diz Temer no RS sobre aliança com PT

Em visita ao Rio Grande do Sul, o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), afirmou nesta segunda-feira (10) que o cenário ainda é adequado para o partido compor chapa com o PT nas eleições de outubro, quando a presidente Dilma Rousseff deve disputar a reeleição. Questionado sobre a recente crise da sigla com o Planalto, ele admitiu que “um ou outro irá se opor” mas ressaltou o que considera solidez na parceria.

“Estamos conversando muito adequadamente. É uma aliança muito sólida. As conversas que tive ontem à noite e hoje com as lideranças do PMDB revelam a solidez da nossa aliança, por mais que se diga que tem embaraços”, afirmou Temer, referindo-se a uma reunião da presidente com peemedebistas mais cedo nesta segunda (10) no Palácio do Planalto. “Acho que está garantida”, completou, quando questionado sobre a chance real de aliança com petistas.

Temer participou da inauguração do 15ª Expodireto, no Norte do Rio Grande do Sul.

A sigla reclama da demora da presidente Dilma Rousseff em realizar a reforma ministerial, critica o não cumprimento de compromissos quanto à liberação de recursos de emendas parlamentares e quer maior diálogo sobre as alianças regionais com o PT nas eleições de outubro…”

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