UFSM. O robô que pode virar instrumento para ajudar na recuperação das crianças em tratamento de saúde

UFSM. O robô que pode virar instrumento para ajudar na recuperação das crianças em tratamento de saúde - ufsm-robô

Robô de telepresença e o idelializador, Rodrigo Guerra. Grande achado, ainda sem nome

O “bichinho” ainda não tem nome – e você até pode participar, fazendo sua sugestão até uma página no Feicebuqui. Mas o importante, mesmo, é que ele significa. Sim, pode ser um estímulo importante à recuperação de crianças adoentadas.

Do que se está falando? De um pra lá de interessante produto da pesquisa iniciada na Engenharia da UFSM, através do professor Rodrigo Guerra e seus alunos e que conta, hoje, com a colaboração de alunos de Educação Especial, Terapia Ocupacional e Desenho Industrial. Uma grande sacada, além de importante trabalho de pesquisa que nasceu e se cria no interior da Universidade. Mais detalhes de tudo isso, no material da Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM. Os autores do texto e da foto são desconhecidos, de vez que não creditados pela CCS. Acompanhe:

Robô de telepresença vai permitir interação entre crianças do Husm com colegas e familiares

Ele é alto – 1,80m -, magrinho e tem um monitor no lugar da cabeça. Parece esquisito? Mas esse robozinho – desenvolvido pelo curso de Engenharia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – promete conquistar a simpatia das crianças em tratamento médico no Hospital Universitário (Husm). Os primeiros testes serão feitos na semana que vem.

Há um ano, o professor de Engenharia, Rodrigo Guerra, estava empenhado em uma missão: descobrir algo que pudesse motivar a participação dos alunos dos primeiros semestres e, com isso, diminuir a evasão no curso. Nasceu ali a primeira versão do robô de telepresença (ainda sem nome). De lá para cá, o robô foi aperfeiçoado. Está com câmaras e microfones mais potentes. Após esse upgrade, a ideia inicial deu lugar a uma proposta ainda mais nobre: permitir que crianças internadas no HUSM possam visitar colegas e familiares remotamente.

O projeto cresceu e atraiu novos cursos. Hoje, 12 acadêmicos de Engenharia, Desenho Industrial, Terapia Educacional e Educação Especial estão empenhados para fazer do robozinho o mais novo amigo da criançada. Na próxima terça-feira (13)  à noite, ele vai ser levado até o CTCriac do Husm e, na quarta-feira (14) de manhã, no Centro de Apoio à Criança com Câncer (CACC) para interagir com os pequenos. 

Como? “A intenção é que criança internada use um computador para controlar o robô que vai fazer as visitas. Por enquanto, como operamos com rede local, temos alcance para alguns metros e vamos ficar na sala de brinquedos”, afirma Guerra, que já projeta a visita do robô até a casa das crianças e de familiares. A transmissão vai ocorrer em tempo real. “Para ter uma noção mais exata, a pessoa deve imaginar uma espécie de videoconferência”, explica o professor…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

 



1 comentário

  1. Ana Alice Rodrigues de Oliveira

    que coisa nao da pra entender estas coisas de cientistas malucos mas é normal todos sao assi chatos egoistas e malucos com inventar coisas que nao tem chance…

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