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CREIA. Vem aí o contraponto ao (eca!) FMI. Brasil, Rússia, China e Índia lideram. Lançamento no Ceará

Chefes de Estado do Brasil, Índia, Russia, China e também África do Sul: as lideranças
Chefes de Estado do Brasil, Índia, Russia, China e também África do Sul: as lideranças

Imagina o editor que a mídia tradicional preste atenção ao que acontecerá nesta terça-feira, em Fortaleza. Envolta em Copa do Mundo, deixou de lado temas igualmente importantes. Um deles é o – sim, não é pouca coisa – verdadeiro contraponto que os chamados países emergentes pretendem fazer ao Banco Mundial e, especialmente, ao Fundo Monetário Internacional, o FMI. Aquele que depois de muito emprestar ao Brasil (e exigir o sangue da Nação em troca), por aqui não aparece há mais de uma década.

Estarão na capital cearense (cotada até para ser sede do novo organismo) um punhado de Chefes de Estado dos chamados Brics (Brasil, Rússia, Índia, China os principais). O que eles farão lá, exatamente? Confira na reportagem de Marco Damiani, do jornal eletrônico Brasil 247, reproduzido pelo também eletrônico Sul21. A seguir:

Dilma recebe Brics por banco e fundo de US$ 150 bilhões

Na próxima terça-feira, 15, apenas dois dias depois da final da Copa do Mundo, no Rio de Janeiro, o Brasil será palco da mais importante reunião internacional de cúpula dos últimos tempos. Daquelas dignas de entrar para a história. Em Fortaleza, entre a terça-feira 15 e quarta 16, será realizada a 6ª Cúpula dos Brics. No chamado “segundo ciclo” de encontros, que se inicia pelo Brasil depois de todos os países do bloco já terem sediado reuniões, será anunciada a criação de um banco de desenvolvimento com nada menos que US$ 50 bilhões em caixa e um fundo contingencial de reserva de US$ 100 bilhões. A instituição será, na prática, um contraponto ao Banco Mundial, enquanto a poupança fará frente ao FMI.

Os países do bloco terão cotas iguais no novo banco, a partir de depósitos de US$ 10 bilhões cada um. A sede da instituição multilateral ainda não está definida, mas a capital do Ceará já se candidata informalmente para conseguir a primazia. Quanto ao fundo de US$ 100 bi, faz parte do Acordo de Reservas de Contingência (CRA) assinado pelos Brics, com regras para utilização em caso de crise econômica. Os recursos deverão ser aplicados no mercado financeiro global.

– Desde o surgimento dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em 2009, o diálogo do grupo ganhou em profundidade e extensão, mas agora abrimos um novo ciclo com a criação de dois mecanismos financeiros próprios”, disse o subsecretário político do Itamaraty, José Alfredo Graça Lima. o Acordo de Reservas de Contingência (CRA), uma espécie de fundo de estabilização econômica para ajudar países em crises financeiras, serão formalizados na VI Cúpula dos líderes dos Brics…”

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